- Flávio Bolsonaro, pré-candidato da direita, busca uma candidatura mais centrada e conciliadora.
- Em Brasília, o senador acenou a Nikolas Ferreira, elogiou o deputado e ouviu juras de lealdade, segundo relatos.
- O movimento também mira o centro financeiro: Flávio consultou Paulo Guedes e surgiu como possibilidade de dama de ferro para um eventual governo, Daniella Marques negou ter sido sondada.
- O senador defendeu a extinção da reeleição para presidente.
- Analistas destacam que a estratégia tenta unir a direita, após rachas anteriores entre aliados de Flávio e membros da família Bolsonaro.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de um evento em Brasília e sinalizou reconciliação com o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Ele o convidou para sentar ao lado, elogiou a lealdade e houve juras de apoio, conforme apurado pela coluna.
Nikolas Ferreira, por sua vez, participou daCena e reforçou a disposição de manter diálogo dentro da direita. A troca ocorreu após desentendimentos com Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, que atua nos EUA.
Em outra frente, Flávio foi visto ao lado do chamado centro financeiro da capital. Ele consultou Paulo Guedes, ministro da economia, e levantou o nome de Daniella Marques como possível ministra da área econômica em um eventual governo.
Daniella Marques negou ter sido sondada para o papel, segundo fontes próximas à agenda de Flávio. A menção ao nome da executiva da Faria Lima alimentou especulações sobre desenho ministerial.
Paralelamente, Flávio defendeu a extinção da reeleição para presidente. A ideia reitera a leitura de que o grupo busca uma pauta mais centrista, segundo a coluna de Carla Araújo.
Porta-vozes de Josias de Souza destacam que a defesa da extinção dependeria de embasamento institucional. O colunista lembra que Jair Bolsonaro disputou o segundo mandato em 2018, ainda que o clima político tenha mudado desde então.
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