Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Presidente da CPI nega manobra para aprovação de quebra de sigilo de Lulinha

Presidente da CPI do INSS nega manobra para aprovar quebra de sigilo de Lulinha; sessão é interrompida após confusão entre governistas e oposição

CPI do INSS tem tumulto — Foto: Reprodução
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana, negou qualquer “manobra regimental” para aprovar a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, dizendo ter contado votos duas vezes.
  • A sessão terminou em confusão quando o requerimento para Lulinha foi aprovado, gerando protestos de governistas e empurra-empurra na mesa diretora.
  • O deputado Paulo Pimenta afirmou que o procedimento foi irregular, alegando violação à democracia e pedindo a anulação do resultado.
  • A sessão foi interrompida e a transmissão da TV Câmara chegou a ser pausada por quinze minutos, sendo retomada em seguida.
  • Segundo Carlos Viana, 31 parlamentares estavam presentes, 7 votaram contra e o governo perdeu; havia também requerimento rejeitado para ouvir Flávio Bolsonaro.

A CPI do INSS aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em meio a tumulto durante a sessão desta terça-feira. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse que houve contagem de votos duas vezes e negou qualquer manobra regimental para o andamento do requerimento. A aprovação ocorreu na época da sessão, com 31 presentes, sete votos contrários e o governo não obtendo a maioria para derrubar a pauta.

A confusão começou quando governistas se aproximaram da mesa diretora para protestar. Parlamentares alegaram irregularidades na contagem, apontando contraste entre votos registrados e as imagens da votação. A TV Câmara interrompeu a transmissão e a sessão foi suspensa por 15 minutos antes de ser retomada.

Segundo Viana, o governo tentou colocar a pauta em bloco, e havia ainda um requerimento para convocar o senador Flávio Bolsonaro, que foi rejeitado. O debate girou em torno de como a bancada governista queria viabilizar a lista de nomes a serem ouvidos.

A oposição, representada pelo PT, questionou a lisura do processo. O deputado Paulo Pimenta afirmou que houve irregularidades e pediu a anulação do resultado, citando inconsistência entre o registro de votos e imagens disponíveis. Ele mencionou possível impacto institucional da decisão.

A sessão foi marcada por confrontos entre grupos, com parlamentares de posições distintas tentando influenciar o desfecho. O resultado da votação foi mantido, apesar das contestações, e a CPI segue com a quebra de sigilo autorizada para Lulinha.

  • O que leva a continuidade da análise sobre o caso, incluindo as implicações legais, será apurado nos próximos passos da CPI, conforme a agenda interna.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais