- O Tesouro dos EUA retirou sanções de três altos oficiais militares do Mali — o ministro da Defesa Sadio Camara e os oficiais seniores Alou Boi Diarra e Adama Bagayoko — devido a vínculos com o grupo Wagner.
- Todos haviam sido sancionados por ligações com o grupo mercenário russo, que teve papel no Mali no passado.
- A medida ocorre conforme as relações entre EUA e Mali se fortalecem, com Washington buscando cooperação no combate ao terrorism.
- O enviado dos EUA para a África, Nick Checker, visitou o Mali no mês passado para discutir próximos passos de aproximação.
- Não houve resposta imediata do governo maliense sobre a decisão.
O governo dos Estados Unidos retirou as sanções impostas a três altos funcionários maines, citando melhoria nas relações entre Washington e Bamako. A decisão foi comunicada pelo Treasury Department.
Entre os beneficiados pela delistagem estão o ministro da Defesa, Sadio Camara, e os oficiais militares seniores Alou Boi Diarra e Adama Bagayoko. Todos haviam sido sancionados por ligações com o grupo mercenário Wagner.
A retirada das sanções ocorreu na sexta-feira, em meio a uma dinâmica de aproximação entre os dois países. Washington tem mostrado interesse em ampliar a cooperação com Mali, inclusive em segurança e inteligência.
Segundo a diplomacia americana, o embaixador-geral para a África, Nick Checker, visitou Mali no mês anterior para discutir próximos passos de fortalecimento das relações e cooperação antiterrorismo.
O contexto regional envolve Mali e vizinhos do Sahel, como Burkina Faso e Níger, que enfrentam uma insurgência jihadista de longa data. A cooperação de inteligência tem sido ponto central da agenda entre as partes.
A reaproximação ocorre após a retirada da presença de bases de espionagem dos EUA na região, o que limitou operações de monitoramento e combate a jihadistas. As autoridades maines não emitiram resposta imediata.
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