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EUA levantam sanções de altos funcionários do Mali com melhoria nas relações

EUA levantam sanções de três altos oficiais militares malienses por laços com Wagner, sinalizando avanço das relações e cooperação antiterrorista

Sadio Camara is seen on a visit to Russia in 2024
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  • O Tesouro dos EUA retirou sanções de três altos oficiais militares do Mali — o ministro da Defesa Sadio Camara e os oficiais seniores Alou Boi Diarra e Adama Bagayoko — devido a vínculos com o grupo Wagner.
  • Todos haviam sido sancionados por ligações com o grupo mercenário russo, que teve papel no Mali no passado.
  • A medida ocorre conforme as relações entre EUA e Mali se fortalecem, com Washington buscando cooperação no combate ao terrorism.
  • O enviado dos EUA para a África, Nick Checker, visitou o Mali no mês passado para discutir próximos passos de aproximação.
  • Não houve resposta imediata do governo maliense sobre a decisão.

O governo dos Estados Unidos retirou as sanções impostas a três altos funcionários maines, citando melhoria nas relações entre Washington e Bamako. A decisão foi comunicada pelo Treasury Department.

Entre os beneficiados pela delistagem estão o ministro da Defesa, Sadio Camara, e os oficiais militares seniores Alou Boi Diarra e Adama Bagayoko. Todos haviam sido sancionados por ligações com o grupo mercenário Wagner.

A retirada das sanções ocorreu na sexta-feira, em meio a uma dinâmica de aproximação entre os dois países. Washington tem mostrado interesse em ampliar a cooperação com Mali, inclusive em segurança e inteligência.

Segundo a diplomacia americana, o embaixador-geral para a África, Nick Checker, visitou Mali no mês anterior para discutir próximos passos de fortalecimento das relações e cooperação antiterrorismo.

O contexto regional envolve Mali e vizinhos do Sahel, como Burkina Faso e Níger, que enfrentam uma insurgência jihadista de longa data. A cooperação de inteligência tem sido ponto central da agenda entre as partes.

A reaproximação ocorre após a retirada da presença de bases de espionagem dos EUA na região, o que limitou operações de monitoramento e combate a jihadistas. As autoridades maines não emitiram resposta imediata.

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