- CPMI do INSS aprovou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, gerando repercussão política.
- A votação foi marcada por tumulto e acusações de fraude na contagem de votos por parlamentares governistas.
- Entre as acusações estão uma suposta mesada de R$ 300 mil e um contrato de R$ 25 milhões envolvendo o INSS, com delação premiada citada.
- a defesa de Lulinha afirma que ele está tranquilo quanto à quebra de sigilos e nega participação em fraudes; pedido de acesso à decisão de Mendonça foi solicitado ao STF.
- Na CPI do Crime Organizado, o ministro André Mendonça dispensou os irmãos de Dias Toffoli de depor, mantendo a quebra de sigilo da empresa; analistas discutem implicações políticas.
No Congresso, a CPMI do INSS aprovou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A votação ocorreu nesta quinta-feira, 26, em meio a tumultos entre parlamentares governistas e oposicionistas.
A medida envolve diretamente o filho do presidente Lula, Lulinha, cuja defesa garante tranquilidade diante da quebra de sigilos. A advogada responsável afirma que o negócio está sob análise no STF, e que não houve participação dele em fraudes do INSS.
Segundo apuração, há acusações de uma suposta mesada de cerca de R$ 300 mil relacionada a desvios da autarquia, bem como a existência de um contrato de R$ 25 milhões com um empresário ligado ao INSS. As informações alimentam o debate sobre a responsabilidade do governo.
Mendonça dispensa irmãos de Toffoli
Na CPI do Crime Organizado, o ministro André Mendonça, do STF, dispensou os irmãos do ministro Dias Toffoli de depor, mantendo, porém, a quebra de sigilo da empresa deles. A decisão segue a linha constitucional, segundo a defesa.
Ainda segundo a análise de especialistas, a situação de Toffoli ganha complexidade, com avaliações de que o caso pode envolver disputas internas entre ministros. A discussão permanece em aberto, sem conclusão anunciada.
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