- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-SP), rejeitou na tarde desta terça-feira (3) o pedido de governistas para anular a votação da quebra de sigilo de Fabio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, aprovada na CPMI do INSS.
- A decisão foi lida no plenário da Casa.
- O requerimento buscava cancelar a decisão já tomada na CPMI do INSS.
- O caso envolve a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, negou nesta terça-feira (3) o pedido de parlamentares governistas de anular a votação que autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fabio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A decisão foi lida no plenário da Casa.
Segundo a alegação dos governistas, a anulação manteria a validade de um processo em curso na CPMI do INSS. Alcolumbre, porém, manteve o resultado da votação, mantendo o andamento das investigações.
O episódio situa-se no Senado Federal, em Brasília, envolvendo dados financeiros de Lulinha a partir de decisão derivada de diligências da CPMI do INSS. O objetivo é apurar possíveis irregularidades e responsabilidades ligadas ao tema.
Até o momento, não há indicativos de mudanças na tramitação do caso. O plenário continua acompanhando o desdobramento das investigações e as consequências administrativas e legais que dele possam decorrer.
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