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Governistas divergem sobre decisão de Alcolumbre manter sigilo de Lulinha

Governistas divergem de decisão de Alcolumbre que manteve a quebra de sigilo de Lulinha; sessão da CPMI do INSS foi tumultuada e gerou críticas

Em sessão tumultuada, a CPI do INSS aprova quebra do sigilo do filho do presidente Lula — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
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  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manteve a decisão de manter a quebra de sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, aprovada pela CPI do INSS.
  • A votação ocorreu na CPMI do INSS, em uma sessão tumultuada com empurra-empurra entre governistas, incluindo socos durante o confronto.
  • A base do governo sustenta que houve apenas sete votos contrários, enquanto o registro da sessão indica 14 votos contra; Alcolumbre afirmou que seriam necessários dezesseis para formar maioria.
  • Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, acatou a decisão do presidente do Senado e não pretende recorrer ao STF para anular a votação.
  • Parlamentares da base, como Alencar Santana e Rogério Correia, criticaram a decisão, questionando o andamento da votação e o funcionamento do regimento.

Em sessão da CPMI do INSS na quinta-feira (26), a quebra de sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, foi mantida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mesmo diante de questionamentos sobre o quórum. A decisão manteve os sigilos e foi alvo de embate entre governistas e oposicionistas.

A votação ocorreu de forma simbólica, sem contagem nominal. Parlamentares da base avaliavam que houve moreação de votos, enquanto oposicionistas afirmaram que houve distorção na leitura do resultado. O episódio gerou confusão e empurra-empurra após o anúncio.

Alcolumbre sustentou que, com o quórum de 31 senadores, 14 eram contrários, mas isso não configuraria maioria suficiente para derrubar a decisão. A leitura foi contestada por aliados do governo, que também criticaram a condução da sessão.

Contexto da votação

Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, acatou a leitura do presidente do Senado e não acionou o STF para revisar a decisão. Ele afirmou ter seguido o entendimento jurídico recomendado pela advocacia e pela consultoria do Senado.

Alguns integrantes da base destacaram que a contagem simbólica não reflete a maioria absoluta. Deputados PT, como Alencar Santana e Rogério Correia, criticaram a condução e disseram que seus votos deveriam ter sido respeitados.

O tumulto ocorreu na mesa da CPMI, com socos registrados entre parlamentares. Entre os envolvidos, aparecem Rogério Correia, Alfredo Gaspar, Evair de Melo e Luiz Lima, segundo relatos de acompanhamentos da sessão.

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