- Australianos cansados presos pela guerra no Oriente Médio voltaram a receber uma recepção emocionante no Aeroporto de Sydney na noite de ontem.
- A ministra de Assuntos Indígenas, Malarndirri McCarthy, anunciou a criação de uma comissão parlamentar de inquérito sobre racismo, ódio e violência contra os povos das Primeiras Nações.
- O inquérito acompanha ataques relacionados a atos de protesto conhecidos como Invasion Day, em Perth, e ao Camp Sovereignty, em Melbourne, no ano passado, atribuídos a supremacistas brancos.
- A decisão aconteceu em meio a discussões sobre racismo institucional e violência contra comunidades indígenas na Austrália.
- Mais detalhes sobre o inquérito devem ser divulgados em breve.
Ao menos 15 australianos retidos pela escalada de conflitos no Oriente Médio chegaram a Sydney, recebidos de forma emocionada no aeroporto na última noite. A chegada ocorreu após dias de deslocamento e preocupações com a segurança.
Segundo relatos, o grupo desembarcou com apoio de equipes de resgate e autoridades consulares, que coordenaram o retorno para o país. Não foram divulgados detalhes sobre o número exato nem sobre as circunstâncias de cada pessoa.
O episódio ocorre em meio a uma escalada de violência na região, que tem mobilizado críticas de autoridades e familiares de cidadãos australianos no exterior. O governo não confirmou informações adicionais sobre o trajeto ou a duração da operação.
Inquérito parlamentar sobre racismo contra os povos indígenas
A ministra de Assuntos Indígenas, Malarndirri McCarthy, anunciou a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar racismos, ódio e violência direcionados aos povos originários.
O anúncio acontece após incidentes recentes: um ataque ao comício do Invasion Day em Perth e a agressão ao Camp Sovereignty em Melbourne, ambos envolvendo supostos adeptos de posições supremacistas. O objetivo é apurar fatos e sugerir medidas.
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