- Governo reconhece divisão no país, mas minimiza resultados das pesquisas eleitorais e afirma que a oposição, liderada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ainda joga sozinha.
- A avaliação é de que fatores externos desgastam a imagem do governo, como o desfile da Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio e as menções ao filho do presidente na CPI do INSS, sem envolvimento direto da gestão.
- O desgaste é atribuído a fatores externos, não a ações do governo.
- A partir de abril, o governo planeja entrar em modo campanha, com o presidente Lula indicando que sairá do papel de chefe de Estado para disputar a reeleição.
- A leitura interna é de que a oposição continua em posição de vantagem, mesmo diante do desgaste externo.
O Planalto minimiza pesquisas eleitorais e reconhece que o país permanece dividido, mas afirma que a oposição, hoje liderada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), continua atuando isolada. A leitura é de que a gestão não está associada aos embates.
Segundo interlocutores do governo, fatores externos desgastam a imagem da administração sem envolver o Executivo diretamente. Entre eles estão o desfile da Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio e o uso da figura de Lulinha em debates da CPI do INSS.
A avaliação interna é de que a atuação oposicionista se prolonga até os próximos meses, com o governo mantendo o eixo de governabilidade. O anúncio oficial aponta que, a partir de abril, Lula passa a incorporar tom de campanha de forma ostensiva, sem abandonar o cargo.
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