Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Senador Mourão nega relação com Mourão preso por ligação com Vorcaro

Senador Mourão afirma não ter relação com investigado na Operação Compliance Zero, alvo de vigilância clandestina e possível bloqueio de bens de até R$ 22 bilhões

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
0:00
Carregando...
0:00
  • Gabinete do senador Mourão afirmou que não há qualquer vínculo pessoal, profissional ou institucional com Luiz Phillipi Mourão, investigado na nova fase da Operação Compliance Zero.
  • Luiz Phillipi Mourão foi preso junto com Daniel Vorcaro e outros dois alvos; investigação envolve empresários do Banco Master, servidores do Banco Central e uma estrutura de vigilância clandestina.
  • Segundo a PF, Luiz Phillipi Mourão seria o coordenador operacional da equipe de monitoramento conhecida como “Turma” e, nas mensagens, foi chamado de “Sicário”.
  • Mensagens apreendidas citam um plano de assalto para intimidar o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
  • A operação apura suspeitas de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos; medidas autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça incluem quatro prisões, afastamentos e bloqueio de bens de até 22 bilhões de reais.

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que não tem qualquer relação com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, investigado e preso na nova fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal.

O gabinete do parlamentar informou que não procede qualquer associação entre o senador e o investigado, nem com os fatos divulgados pela imprensa. Mourão nega vínculos pessoais, profissionais ou institucionais com o mesmo.

Luiz Phillipi Mourão foi preso junto com Daniel Vorcaro e outros dois alvos. A investigação envolve empresários ligados ao Banco Master, servidores do Banco Central e integrantes de uma estrutura de vigilância clandestina, segundo a PF, que atuaria em favor do grupo financeiro.

A PF aponta que Luiz Phillipi Mourão seria o coordenador operacional de uma equipe de monitoramento chamada Turma. O grupo, conforme apurado, realizava vigilância de alvos, obtinha dados de forma ilegal e planejava ações de intimidação, conforme relatos das autoridades.

Entre as descobertas, mensagens apreendidas mencionam um possível plano para intimidar o jornalista Lauro Jardim, de O Globo. Em depoimentos e dados recolhidos, a investigação também envolve suspeitas de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos.

As medidas da operação foram autorizadas pelo ministro do STF André Mendonça e envolvem quatro prisões preventivas, afastamento de servidores públicos e bloqueio de bens que podem chegar a 22 bilhões de reais. A investigação continua para esclarecer responsabilidades e níveis de participação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais