- O presidente Donald Trump discute com seus assessores qual papel os EUA poderiam ter no Irã após a campanha militar, informou a Casa Branca.
- A inteligência americana monitora relatos de que Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, pode ser o favorito para suceder o pai.
- A porta-voz Karoline Leavitt disse que Trump avalia com a equipe de segurança nacional o papel dos EUA no Irã no pós-operação, com foco no sucesso da operação em curso.
- Leavitt defendeu os objetivos da operação militar conjunta entre Israel e os Estados Unidos contra o Irã, afirmando que o regime representa ameaça há 47 anos.
- Uma pesquisa Reuters/Ipsos mostrou apoio dividido: cerca de um quarto dos americanos aprovam os ataques; metade acredita que Trump está muito propenso a usar força militar.
O presidente Donald Trump discute com seus assessores qual papel os EUA devem ter no Irã após a campanha militar em curso. A Casa Branca informou que a inteligência acompanha relatos sobre Mojtaba Khamenei, filho do falecido líder iraniano, emergindo como provável sucessor.
Segundo a porta-voz Karoline Leavitt, as agências de inteligência monitoram as informações e o governo ainda precisa avaliar as possibilidades. O foco imediato permanece na conclusão da operação militar.
Leavitt reiterou que Trump avalia, junto à equipe de segurança, o papel de Washington no Irã após o desfecho da ação, sem abandonar o objetivo de conter ameaças. A Casa Branca defende a operação como resposta a ataques anteriores.
No meio da comunicação, a defesa dos objetivos da coalizão israelo-americana é apresentada como necessária diante de críticas sobre a evidência de ameaça iraniana, segundo a assessoria, que sustenta o apoio popular aos esforços de combate.
Aproveitando o contexto, a Reuters/Ipsos divulgou uma pesquisa recente com apoio à ação menor entre os americanos, enquanto parcela significativa se mostra contrária ou cética em relação ao uso de força.
Fonte: Reuters.
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