Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Casa Branca diz que EUA não escoltaram petroleiro no Estreito de Ormuz

Casa Branca desmente que Marinha dos EUA tenha escoltado petroleiro no Estreito de Ormuz; Teerã nega e o mercado reage com cautela

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. Foto: MANDEL NGAN / AFP
0:00
Carregando...
0:00
  • A Casa Branca desmentiu a afirmação do secretário de Energia dos EUA de que a Marinha escoltava petroleiro no Estreito de Ormuz; a porta-voz afirmou que não houve escolta até o momento.
  • O governo iraniano também refutou a mensagem, com o porta-voz dos Guardiões da Revolução dizendo que forças iranianas não permitirão a exportação de petróleo até novo aviso.
  • Desde dois de março, foram identificados mais de vinte navios comerciais atravessando o estreito, segundo a AFP com dados da Marine Traffic; nove petroleiros e dois navios de GNL transmitiram sinais.
  • Outros navios passaram com transponders desligados para ocultar posição e voltam a aparecer no rastreamento apenas ao deixar a região.
  • Washington tomou medidas para acalmar os mercados, oferecendo resseguro a empresas de navegação e apoio da Marinha; os preços do petróleo oscilaram bastante, chegando quase a setenta e nove dólares por barril, após ter subido significativamente.

O governo dos Estados Unidos fez uma correção nesta terça-feira, 10, ao dizer que sua Marinha não está escoltando nenhum petroleiro no Estreito de Ormuz. A afirmação partiu do secretário de Energia, Chris Wright, e foi rapidementemente rebatida pela Casa Branca.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou que não houve escolha de navio-tanque até o momento, ainda que a opção permaneça em aberto. A retratação ocorreu após reação negativa de Teerã.

Teerã reagiu à nota do secretário, negando a prática de escolta. Segundo autoridades iranianas, as forças externas não poderão exportar petróleo da região para aliados hostis sem aviso.

From 2 de março, dados da Marine Traffic indicam a passagem de mais de 20 navios comerciais pelo estreito, com alguns transponders desligados para ocultar posições. Nove petroleiros e dois navios de GNL foram identificados pela AFP entre os que transmitiram sinais.

Antes do conflito, a média diária de passagem pelo Estreito de Ormuz era de 138 navios. Washington adotou medidas para acalmar os mercados, oferecendo resseguro a navegadores e reforço da presença naval.

O petróleo sofreu oscilações acentuadas desde o início do confronto, com picos próximos a 120 dólares por barril e quedas subsequentes após declarações de líderes.

O confronto já envolveu ataques a depósitos de petróleo no Irã e ações contra infraestruturas energéticas em países do Golfo, que antes eram considerados estáveis.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais