- O presidente Donald Trump pediu ajuda de aliados para reabrir o Estreito de Hormuz, após ataques do Irã que vêm fechando a passagem estratégica.
- Europeus e outros interlocutores recusaram-se a participar; líderes destacam que não se trata de uma guerra da OTAN e não há consenso sobre intervenção.
- Foram mencionados como possíveis contribuintes China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e a OTAN, mas a resposta continua restrita.
- Alemanha, Espanha, Itália e Reino Unido reiteraram não participar de operações militares no estreito; Dinamarca mostrou abertura, desde que haja desescalada.
- O Irã manteve ataques a infraestrutura regional, incluindo Dubai, mantendo o estreito fechado para inimigos e impactando preços globais do petróleo.
U.S. President Donald Trump pediu ajuda a aliados para reabrir o Estreito de Hormuz, mas a resposta foi majoritariamente negativa. A iniciativa envolve enviar navios de guerra e mineiros para facilitar o livre trânsito no estratégico corredor marítimo.
Segundo Trump, o apoio deveria vir de cerca de meio dúzio de países, incluindo França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e aliados da OTAN. Ele afirmou que a região abriga uma fatia relevante do abastecimento de petróleo mundial e que a cooperação é necessária para evitar que a crise se agrave.
A reação europeia foi de rejeição ao envolvimento direto. O ministro da Defesa alemão disse que este não é um conflito alemão e que a OTAN não deve atuar ali. O chanceler alemão reforçou que a aliança é defensiva e não intervencionista.
Diversos governos europeus reforçaram a posição de não participação em operações no Estreito de Hormuz. O premiê britânico declarou que o país não será arrastado para uma guerra mais ampla. O ministro espanhol das Relações Exteriores afirmou que não devem ocorrer ações que aumentem a tensão.
A França, a Itália e outros membros da União Europeia mantiveram posicionamentos semelhantes, destacando que missões navais da UE no Mar Vermelho não devem se estender ao Hormuz. Na prática, a maioria dos governos respondeu com cautela sobre a contribuição militar.
Fora da Europa, a China reiterou posição neutra e pediu encerrar operações militares. A Austrália também sinalizou que não enviará uma embarcação para a região, mantendo foco em outros compromissos de defesa.
No cenário regional, o Irã intensificou ataques a infraestrutura na região desde o início dos confrontos, incluindo ações contra alvos em outras áreas do Golfo. Autoridades iranianas defenderam que o Estreito permanece aberto para seus aliados e fechado apenas a adversários.
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