- O senador Carlos Viana afirma que não é possível confirmar que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebia mesada de R$ 300 mil, já que a evidência é apenas o depoimento de uma testemunha.
- A confirmação depende da quebra de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente, que o STF suspendeu, dificultando a verificação pela CPMI do INSS.
- Em 26 de fevereiro, a CPMI aprovou a quebra de sigilo de Lulinha, mas a medida foi suspensa uma semana depois pelo ministro Flávio Dino, a pedido da defesa.
- A defesa afirmou ao STF que Lulinha viajou a Portugal com despesas pagas pelo empresário conhecido como Careca do INSS, negando ter fechado negócios ou recebido dinheiro.
- Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS, disse à Polícia Federal que Lulinha recebia uma mesada de R$ 300 mil do empresário.
O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, afirmou nesta segunda-feira que não é possível confirmar que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebia uma mesada de R$ 300 mil. A declaração aponta apenas o depoimento de uma testemunha como base, sem confirmação de valores.
Viana explicou que, devido à suspensão, pelo STF, da quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, não foi possível verificar se havia recursos do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. O parlamentar não reconhece a veracidade das informações como comprovadas.
O episódio envolve a defesa do caso e a CPMI do INSS, que aprovou a pedido de quebra de sigilo em 26 de fevereiro, contestada uma semana depois pela decisão do ministro Flávio Dino, que suspendeu a deliberação. A defesa argumenta que houve viagem de Lulinha a Portugal com despesas pagas pelo empresário.
De acordo com Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS, a PF recebeu relatos de que Lulinha recebia uma mesada de R$ 300 mil do empresário. A defesa do filho do presidente afirmou ao STF que não houve fechamento de negócios ou recebimento de dinheiro.
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