- A ministra Sara Aagesen anunciou a liberação de até 11,5 milhões de barris de reservas de petróleo em até noventa dias para mitigar a escassez causada pelo fechamento parcial do estreito de Ormuz, alinhada aos planos da Agência Internacional de Energia para liberar até 400 milhões.
- A liberação será feita em fases, com a primeira etapa começando em quinze dias.
- A medida visa reduzir a exposição direta da Espanha aos fornecimentos de gás e petróleo, que continua limitada, ainda que haja volatilidade de preços.
- O presidente Pedro Sánchez comparecerá na sexta-feira, após o Conselho de Ministros extraordinário, para apresentar um plano integral de resposta às consequências da guerra.
- Reações políticas variam: PP elogia o posicionamento da monarquia sobre a Conquista da América; Sumar e Podemos criticam aspectos das falas do rei, descrevendo-as como insuficientes.
La ministra para la Transición Ecológica, Sara Aagesen, anunciou a liberação de até 11,5 milhões de barris de petróleo das reservas espanholas. A medida será realizada ao longo de 90 dias para enfrentar a escassez causada pelo fechamento parcial do estreito de Ormuz. A primeira parcela começa em 15 dias.
Aagesen explicou que a liberação segue planos do Organismo Internacional de Energia para liberar até 400 milhões de barris. A operação ocorrerá em fases, com foco em reduzir a pressão sobre os preços de energia. A mensagem enviada é de calma, já que a exposição direta da Espanha a gás e petróleo é limitada, mas há volatilidade nos preços.
Repercussões políticas
Ester Muñoz, porta-voz do PP, afirmou que Feijóo alinhou-se ao rei ao evitar apresentismo. Alega que a monarquia protegeu povos indígenas e que não cabe pedir perdão pelo passado. Em paralelo, o presidente do governo, Pedro Sánchez, deve falar ao país na sexta-feira, após reunião do Conselho de Ministros extraordinário.
Verônica Barbero, de Sumar, negou que a prorrogação de contratos de aluguel seja problema no Congresso, ressaltando apoio a medidas de proteção à família. A líder destacou a importância de ações rápidas para evitar deságios nos contratos habitacionais. O grupo discute mudanças na direção do movimento neste fim de semana.
Comentários sobre a fala do rei Felipe VI também chegaram de outras siglas. Alberto Ibáñez, de Compromís, considerou as palavras insuficientes, mas positivas, e afirmou a necessidade de reparação moral e econômica. Outros parlamentares destacaram a importância de avançar em políticas de memória e reconhecimento histórico.
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