- A chefe de política externa da União Europeia, Kaja Kallas, disse que é preciso encontrar vias diplomáticas para manter o estreito de Hormuz aberto.
- A declaração ocorreu durante entrevista à Reuters, em meio a apelos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que aliados enviem navios de guerra para garantir o trânsito.
- O contexto envolve tensões na região e o conflito com o Irã.
- Kallas alertou que o fechamento do estreito pode provocar crises de alimentos, fertilizantes e energia.
- A posição da UE é buscar solução diplomática para evitar uma escalada militar.
Bruxelas, 17 de março – a chefe da Política Externa da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que são necessárias vias diplomáticas para manter o Estreito de Hormuz aberto, diante de pressões para assegurar o trânsito no local.
Em entrevista à Reuters, Kallas disse que ninguém está disposto a colocar pessoas em risco no estreito e que a prioridade é evitar crises de alimentos, fertilizantes e energia.
A situação ocorre enquanto o governo dos EUA pede aos aliados que enviem navios de guerra ao estreito para garantir o fluxo de comércio, no contexto do conflito envolvendo o Irã.
Não há decisões finais sobre ações específicas da UE, mas a diplomacia é apontada como caminho central para manter a passagem segura sem agravar o conflito na região.
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