- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o aumento dos combustíveis no Brasil ocorreu porque “está cheio de gente que gosta de tirar proveito da desgraça” e citou a crise internacional causada pelo conflito entre EUA e Irã.
- Ele disse que, apesar de o país ter reduzido preços para evitar repasse, pressões de terceiros ajudam a elevar o custo do petróleo.
- Na semana passada, o governo anunciou medidas para reduzir o preço do combustível, incluindo o veto de impostos sobre o combustível.
- Também foram anunciados aumento do imposto de exportação sobre o petróleo, subvenção aos produtores e importadores de diesel e ações para fiscalizar o repasse do custo ao consumidor.
- O governo avalia pedir indenização por danos morais e materiais coletivos contra distribuidoras e postos de combustíveis, por alegados aumentos abusivos, em ação coordenada pela Advocacia-Geral da União.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira que o aumento do preço dos combustíveis no Brasil ocorre porque há pessoas que lucram com a desgraça. O tema ganhou destaque após o cenário de tensão global envolvendo guerra no Oriente Médio e oscilações no mercado de petróleo.
Lula citou o repasse internacional do preço do barril e disse que, mesmo com decisões para impedir alta local, há fatores que elevam os custos. O governo vinha acompanhando a escalada do petróleo, que passou a influenciar o preço final dos combustíveis no país.
Na semana passada, o governo anunciou medidas para conter o impacto da valorização do petróleo, entre elas a suspensão de impostos sobre o combustível. Também foi informado aumento do imposto de exportação do petróleo, além de subsídios a produtores e importadores de diesel e ações para fiscalizar o repasse ao consumidor.
Medidas do governo
O governo federal avalia ainda pedir indenização por danos morais e materiais coletivos contra distribuidoras e postos de combustíveis, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), para conter o aumento do diesel. A ofensiva busca coibir supostos aumentos abusivos sem justificativa de mercado.
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