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Farmácia Popular, Desenrola e IR entre acertos do governo Lula, diz Atlas/Bloomberg

Atlas/Bloomberg aponta Farmácia Popular, Desenrola Brasil e isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil como principais acertos do governo Lula

O presidente Lula (PT) durante evento de sanção do projeto de isenção do IR, em novembro de 2025
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  • Farmácia Popular: a gratuidade de todos os medicamentos e itens do programa é vista como acerto por 84%.
  • Desenrola Brasil: programa de renegociação de dívidas é considerado acerto por 75%.
  • Isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil: avaliada como acerto por 74%.
  • Acordo de livre-comércio entre Mercosul e União Europeia é visto como acerto por 63%.
  • Entre os 14 programas avaliados, o maior índice negativo é o imposto sobre compras de até US$ 50 em sites do exterior, visto como erro por 62%; levantamento entrevistou 5.028 pessoas entre 18 e 23 de março, com margem de erro de 1 ponto e 95% de confiança.

O Farmácia Popular, o Desenrola Brasil e a isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil mensais aparecem como os principais acertos do governo Lula, segundo pesquisa AtlasIntel em parceria com Bloomberg. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira, 26.

A pesquisa aponta que 84% dos entrevistados consideram a gratuidade de medicamentos e itens do Farmácia Popular um acerto. 9% veem como erro e 7% não souberam responder. O Desenrola é citado como acerto por 75%, erro por 14% e 11% não sabem.

A isenção do Imposto de Renda para contribuintes com renda baixa aparece como acerto para 74%, 16% veem como erro e 10% não sabem. Em seguida, o acordo de livre-comércio Mercosul-UE recebe 63% de aprovação como acerto.

Principais acertos do governo Lula

Entre os 14 programas avaliados, o item com maior criticidade negativa é o imposto sobre compras internacionais de até US$ 50, com 62% considerando erro. 30% veem acerto e 8% não sabem.

Outra pauta apontada com ressalvas é a cota de emprego de detentos em licitações públicas, considerada erro por 51%, acerto por 32% e 18% não sabem. A fiscalização de transações via Pix acima de R$ 5 mil mensais é vista como erro por 59%, acerto por 35%.

O arcabouço fiscal para o equilíbrio das contas públicas é visto como erro por 45%, com 40% de aprovação para o erro e 15% não sabem. A retirada de empresas públicas, como os Correios, do programa de privatização é considerada erro por 51% e acerto por 43%.

Metodologia da pesquisa

A amostra contou com 5.028 respondentes do público adulto brasileiro, recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, com nível de confiança de 95%. A coleta ocorreu entre 18 e 23 de março.

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