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Fórum conservador critica Lula e Moraes ao usar Judiciário para fins políticos

CPAC condena o uso do Judiciário como arma política contra Bolsonaro e critica Moraes por censuras e bloqueios

O ministro Alexandre de Moraes e o presidente Lula foram citados em resolução da CPAC condenando uso política das instituições (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • A CPAC aprovou de forma unânime uma resolução que condena o uso do Judiciário brasileiro como arma política contra Jair Bolsonaro.
  • A direção do evento criticou a proibição de entrada no Brasil de Darren Beattie, assessor do Departamento de Estado dos EUA, que havia pedido permissão para visitar Bolsonaro, negada pelo STF sob Moraes.
  • Na leitura da resolução, Mercedes Schlapp disse que Lula e Alexandre de Moraes usam o Judiciário para silenciar a oposição e influenciar as eleições.
  • Schlapp afirmou que Moraes transformou o Judiciário em arma política, com condenações, censuras e bloqueios de bens que teriam criado um status de “preso político” para Bolsonaro.
  • O fórum ocorre no Texas até sábado, com a presença de Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro entre figuras da direita mundial.

A Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), em Texas, aprovou por unanimidade uma resolução que condena o que chamou de uso inadequado do sistema judicial brasileiro como arma política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. O texto foi divulgado ao fim da abertura do evento.

A mesa de abertura destacou a ideia de que o Judiciário tem sido usado para silenciar a oposição e interferir no processo eleitoral, segundo a leitura da resolução. A fala também mencionou críticas ao que chamou de censura e bloqueios que afetam a liberdade de expressão.

Detalhes do evento conservador

O fórum, que ocorre no estado americano até sábado (28), contou com a presença de várias figuras da direita internacional, incluindo o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. A organização também criticou a forte atuação de autoridades judiciais no Brasil, segundo a leitura da resolução. Além disso, foi informado que um assessor do governo dos EUA teve entrada negada no país, após solicitar visita a Bolsonaro, que segue detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.

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