- O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, criticou o STF e a base governista após o encerramento dos trabalhos da CPMI do INSS, alegando que a Corte ignora denúncias de aposentados e pensionistas.
- Ele respondeu a declarações do ministro Gilmar Mendes sobre vazamentos e negou envolvimento, cobrando a apresentação de provas e nomes dos responsáveis.
- Sóstenes afirmou que o PT não queria a CPMI e que o partido estaria protegendo “ladrões de aposentados”, dizendo que não haverá acordo para unificação de relatórios.
- A definição sobre o relatório ocorrerá por votação: ou o relatório do relator é aprovado, ou é apresentado outro para mostrar quem são os apoiadores.
- O cronograma aponta que o relatório será lido amanhã; caso necessário, a votação pode ocorrer até sábado para esclarecer quem é quem.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), criticou o Supremo Tribunal Federal e a base governista ao comentar o encerramento dos trabalhos da CPMI do INSS. Segundo ele, o STF tem ignorado denúncias envolvendo aposentados e pensionistas. A fala ocorreu após o término da comissão, em tom de cobrança de atuação mais firme em investigações de irregularidades.
O parlamentar disse que o STF demonstra aos aposentados e pensionistas que está alheio à suposta roubalheira. Ele também contestou declarações do ministro Gilmar Mendes sobre vazamentos de informações da CPMI, negando envolvimento próprio e exigindo provas com nomes dos envolvidos.
Sóstenes acusou o PT de não ter interesse na CPMI e afirmou que a oposição defendia agendas próprias, sugerindo que aliados do governo teriam elaborado um relatório paralelo. Também afirmou que não haverá acordo para unificar relatórios e que a votação definirá o destino dos documentos.
Condução da CPMI e cronograma
O deputado afirmou que o relatório final seria apresentado pelo relator e, conforme disse, a definição ocorrerá por votação. Caso seja necessário, o grupo pode manter sessões até o fim de semana para votar. Sóstenes reforçou a transparência do processo, dizendo que o Brasil conhecerá quem está do lado de cada posição.
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