- O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi confirmado como pré-candidato à Presidência pelo PSD e defende bandeiras bolsonaristas, incluindo anistia aos condenados pelo 8 de janeiro e indulto a Jair Bolsonaro.
- Caiado afirmou que “não dá para aprender a governar sentado na cadeira”, referência a um conselho ouvido do pai em 1989.
- Disse que tem a palavra de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, para seguir na pré-candidatura até o final.
- Em 2022, o PSD chegou a lançar Rodrigo Pacheco como opção à polarização entre petistas e bolsonaristas, mas o nome foi retirado antes do registro.
- Caiado afirmou que não corre esse risco hoje e que, se entrou no PSD, recebeu a garantia de Kassab de apoio, mesmo com possíveis alianças com outros grandes partidos.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi confirmado hoje como pré-candidato do PSD à Presidência. O avanço da candidatura inclui a defesa de pautas associadas ao bolsonarismo, como a anistia a condenados pelo 8 de Janeiro e o indulto a Jair Bolsonaro. Caiado também afirmou que Flávio Bolsonaro não possui vivência suficiente para governar.
Ele explicou que não se aprende a governar apenas ocupando a cadeira do poder, citando um conselho que diz ter ouvido do pai na ocasião de sua primeira campanha presidencial, em 1989. A fala reforça uma leitura de experiência como requisito para liderar o país.
Kassab, presidente nacional do PSD, já havia anunciado a intenção de disputar o Planalto. Caiado disse ter a palavra dele para seguir com a pré-candidatura até o fim, sem mudanças. Segundo o goiano, a adesão a grandes alianças também está em discussão, caso a caminho seja necessário.
Detalhes da pré-candidatura
Em 2022, o PSD chegou a lançar Rodrigo Pacheco como opção para evitar o confronto entre petistas e bolsonaristas. Naquela ocasião, o nome foi retirado antes do registro da candidatura. Hoje, Caiado afirma que não vê esse mesmo risco, mantendo a fidelidade ao acordo com Kassab.
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