- Valdemar da Costa Neto afirmou, em evento do grupo Lide em São Paulo, que a família Bolsonaro precisa “resolver todos os problemas” internos para vencer as eleições.
- O senador Flávio Bolsonaro é pré-candidato à Presidência; Michelle Bolsonaro e Carlos Bolsonaro buscam vagas ao Senado pelo Distrito Federal e por Santa Catarina, respectivamente.
- Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos há um ano e foi denunciado pela PGR, em setembro, por suposta coação no curso do processo por articular sanções contra autoridades brasileiras.
- O ministro Alexandre de Moraes cobrou explicações da defesa de Eduardo após ele dizer ter gravado um vídeo para o pai durante a CPAC.
- Bolsonaro permanece em prisão domiciliar desde sexta-feira, com restrições como a proibição de celulares; o PL afirmou que Michelle não recebe telefone e que Eduardo pode ter se enganado, não mentido; nota do PL Mulher disse que nenhum arquivo foi encaminhado a Michelle.
Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, afirmou nesta segunda-feira durante um evento do grupo Lide, em São Paulo, que a família Bolsonaro precisa resolver os problemas internos para vencer as eleições. O comentário destacou a importância de superar entraves que, segundo ele, podem influenciar o pleito.
O dirigente explicou que há questões entre familiares na política, e afirmou que é necessário resolvê-las. Ele citou que Eduardo Bolsonaro é pré-candidato à Presidência, sinalizando a conformação de um cenário competitivo para o pleito.
Michelle Bolsonaro, presidenta do PL Mulher, e Carlos Bolsonaro, ex-vereador, pretendem disputar o Senado pelo Distrito Federal e por Santa Catarina, respectivamente. A conversa ocorreu no mesmo contexto de avaliação sobre alianças e estratégias eleitorais.
Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos há cerca de um ano. Em setembro do ano passado, a PGR denunciou o ex-deputado por suposta coação no curso do processo, em relação a sanções contra autoridades brasileiras.
Logo antes, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, cobrou explicações da defesa de Eduardo após o político afirmar ter gravado um vídeo para o pai durante a CPAC. A comunidade jurídica acompanha as informações com atenção.
Bolsonaro está em prisão domiciliar desde a última sexta-feira, 27, após alta hospitalar de duas semanas. Moraes impôs restrições, entre elas a proibição de celular e de redes sociais, com possibilidade de retorno ao regime fechado em caso de descumprimento.
Valdemar minimizou o episódio e disse que Eduardo pode ter se enganado, mas não mentiu. Segundo o dirigente, Michelle garantiu que não haverá uso de telefone por parte de familiares em determinadas circunstâncias, e Bolsonaro mantém o respeito à lei nesse aspecto.
Em nota, o PL Mulher afirmou que nenhum arquivo foi encaminhado por Eduardo para Michelle Bolsonaro. O bloco político avalia impactos e desdobramentos para as alianças eleitorais da legenda.
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