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Prefeito de São Luís lança pré-candidatura e negocia chapa com PT

Braide deixa a prefeitura de São Luís para concorrer ao governo do Maranhão; Esmênia Miranda assume e negociação com o PT mira chapa com Camarão e apoio a Lula

Prefeito Eduardo Braide (PSD) na posse de seu segundo mandato, em 2025
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  • O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), anunciou que vai renunciar ao cargo para disputar o governo do Maranhão; quem assume é a vice, Esmênia Miranda (PSD).
  • Braide lidera as pesquisas de intenção de voto para o governo estadual e pode enfrentar o secretário Orleans Brandão (MDB) no pleito.
  • Há negociações com o PT para a formação da chapa, com a possibilidade de Felipe Camarão (PT), atual vice-governador, disputar o Senado.
  • Braide tem feito elogios ao presidente Lula em meses recentes, movimento interpretado como estratégia para testar a repercussão junto ao eleitorado.
  • O uso de uma pesquisa para avaliar a candidatura ao governo com o apoio de Lula busca entender o impacto entre eleitores ligados a Bolsonaro e à direita.

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), anunciou que vai renunciar ao cargo para concorrer ao governo do Maranhão. Quem assume a prefeitura é a vice, Esmênia Miranda (PSD). Braide lidera as pesquisas de intenção de voto para o governo estadual.

O principais adversários aparecem com nomes já consolidados. Orleans Brandão (MDB), secretário estadual de Assuntos Municipalistas, é apontado como provável rival. Brandão é sobrinho do governador Carlos Brandão, que ainda não está vinculado a partido definido.

Braide está em negociações com o PT e pode compor a chapa com o vice-governador Felipe Camarão (PT), na disputa pelo Senado. A estratégia envolve alinhar o apoio de Lula ao desenho político no estado.

A aproximação com o PT ganhou corpo após elogios recentes do prefeito ao presidente Lula, algo inédito na prática política local. A coleta de dados de aceitação foi realizada por uma pesquisa contratada por Braide.

Segundo o jornal UOL, a avaliação busca entender se a candidatura de Braide ao governo, associada a uma referência de Lula, pode ampliar ou reduzir o eleitorado de direita entre seus apoiadores.

A leitura de Braide é estratégica: boa parte de seus eleitores é ligada a Bolsonaro ou à direita, e a formalização de uma aliança com o PT pode alterar o perfil do eleitorado.

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