- Marina Silva anunciou, no começo da noite, que seguirá na Rede e disputará uma vaga no Senado por São Paulo em 2026.
- A decisão foi comunicada por meio de nota à imprensa, reiterando o compromisso com um campo democrático plural, diverso e com foco em justiça social e sustentabilidade.
- A ex-ministra era alvo de ao menos oito partidos, mas o apoio à reeleição do presidente Lula pesou na escolha pela Rede.
- Com a decisão, Marina deixa de ser opção para vice de Haddad; a chapa de Lula não conta com ela para o posto.
- Em São Paulo, aliadas de Marina migraram da Rede para o PSB, sinalizando desdobramentos locais e possíveis candidaturas em 2026 (inclui vereadora Marina Bragante e deputada estadual Marina Helou).
Marina Silva informou, no começo da noite, que permanece na Rede e disputará uma vaga no Senado por São Paulo em 2026. Em nota à imprensa, a ex-ministra citou o compromisso com um campo democrático plural, diverso e com foco em justiça social, respeito à democracia e sustentabilidade.
A decisão ocorreu após a Rede, o PCdoB, PDT, PSB, PSD, PSOL, PT e PV manifestarem interesse em sua candidatura. A permanência na Rede foi apontada como estratégica para manter o alinhamento com a reeleição do presidente Lula e ampliar a atuação de Haddad em São Paulo.
Segundo apuração, o apoio a Lula foi decisivo para a escolha. Aliados indicaram que esse eixo eleitoral pesou na decisão, que também envolve a possibilidade de atuação mais intensa pela composição de um novo ciclo político no Brasil.
Contexto político em São Paulo
Aliadas de Marina trocaram a Rede pelo PSB em São Paulo. Marcas de mudança ficaram evidentes com a saída de Marina Helou, em março, e de Marina Bragante, hoje vereadora, anunciando o movimento. O confronto internalizou-se após alterações no comando do partido.
As candidaturas de 2026 devem ter Marina Silva disputando o Senado por São Paulo, com perspectivas de disputa entre outras_left. Enquanto a vereadora pode concorrer à Assembleia, a deputada estadual pretende seguir caminho para a Câmara dos Deputados.
Desempenho recente e desdobramentos
Marina Silva deixou o Ministério do Meio Ambiente na última quarta-feira, com Capobianco assumindo. Na ocasião, ainda houve discussões sobre a Margem Equatorial, envolvendo estudos de exploração de petróleo entre o Norte e o Nordeste.
A decisão de permanecer na Rede sinaliza continuidade da atuação de Marina no campo democrático e na defesa de pautas ambientais, sociais e de governança. O desfecho oficial deve orientar alianças definidas para 2026.
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