- A Polícia Federal realizou mandado de busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, nesta semana.
- Nogueira afirmou em redes sociais que o caso ocorre em ano político e que tentam manchar sua honra; ele é pré-candidato à reeleição ao Senado pelo Piauí.
- A PF aponta que ele teria recebido 18 milhões de reais em propina para defender interesses do Banco Master; o senador nega as acusações.
- Conforme a investigação, houve uso de um imóvel de Daniel Vorcaro, dono do Master, e o banco teria patrocinado viagens internacionais, despesas em restaurantes e voos privados.
- Os pagamentos ao senador teriam sido citados pelo ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal ao autorizar as buscas.
A Polícia Federal deflagrou uma operação que atingiu o senador Ciro Nogueira (PP-PI). O mandado de busca e apreensão foi cumprido nesta semana, em uma ação que envolve apurações sobre repasses de recursos e suposto apoio a interesses do Banco Master.
Nogueira, que é presidente nacional do PP e pré-candidato à reeleição ao Senado pelo Piauí, afirmou pelas redes sociais que a investigação seria parte de um contexto de ano eleitoral e que há tentativa de manchar sua reputação. Ele também mencionou ter sido alvo de investigações anteriores em campanhas passadas.
Segundo a investigação, o senador teria recebido cerca de 18 milhões de reais em propina para defender interesses do Banco Master. A apuração alega uso de imóveis vinculados a empresário ligado ao banco, além de viagens internacionais, despesas em restaurantes e uso de voos privados. O caso foi citado pelo ministro André Mendonça, do STF, ao autorizar a busca e apreensão.
Ciro Nogueira negou as acusações de forma veemente, ressaltando que os acontecimentos aumentam sua energia para defender recursos para o Piauí. A defesa do senador sustenta que não houve comprovação de irregularidades e que a atuação da PF estaria alinhada a um contexto político.
Contexto e próximos passos
A operação integra apuração que envolve parlamentares e entidades privadas, com desdobramentos ainda incertos. As informações disponíveis indicam que a PF mira possíveis irregularidades em negociações e financiamentos ligados ao Banco Master. O acompanhamento da Justiça e a defesa do senador devem trazer novos desdobramentos nos próximos dias.
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