- Lula sancionou a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, em cerimônia na segunda-feira, 11 de março.
- A data escolhida para o dia de memória é 12 de março, em referência à primeira morte pela doença no Brasil.
- O presidente criticou a atuação de Jair Bolsonaro na pandemia, afirmando que o governo anterior levou o Brasil a um sacrifício desnecessário.
- Ele citou a CPI da Covid e disse que houve apoio ou silêncio de entidades diante de recomendações contrárias à evidência científica, pedindo que nomes sejam apontados.
- O Brasil registra mais de 700 mil mortes por Covid-19, com a maior parte ocorrida em 2021, durante a gestão Bolsonaro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira 11 a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. A cerimônia de assinatura ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília. A data escolhida é 12 de março, recordando a primeira morte causada pela doença no Brasil e marcando o reconhecimento às vítimas.
Durante o ato, Lula criticou a atuação do governo anterior na pandemia e afirmou que as ações celebradas na gestão anterior expuseram a população a sacrifícios desnecessários. O presidente também ressaltou a necessidade de transparência ao apontar responsáveis por decisões tomadas durante o período de crise sanitária.
A cerimônia ocorreu em meio a cobranças sobre a gestão da pandemia e ao debate sobre apetência por informações científicas. O discurso enfatizou a responsabilidade de governos na defesa da saúde pública, sem especificar medidas ou nomes adicionais no momento da sanção.
Contexto da pandemia no Brasil
O Brasil registrou mais de 700 mil mortes por Covid-19, conforme dados oficiais. A maior parte das fatalidades ocorreu em 2021, período marcado pela gestão associada a críticas por políticas e recomendações divergentes da evidência científica.
Dados recentes e memória às vítimas
A criação do dia memorial visa reconhecer o impacto da pandemia na vida de milhões de pessoas. A nova data serve para lembrar familiares, profissionais de saúde e comunidades que enfrentaram perdas consequentes à doença.
Entre na conversa da comunidade