- Wes Streeting afirma ter apoio de 81 MPs para lançar um desafio formal à liderança, em meio ao impasse com o No 10.
- Aliados dizem que ele tem números, mas ainda espera que Keir Starmer renuncie em vez de enfrentar diretamente o desafio.
- Ministros do gabinete negam que haja plano para pedir a saída de Starmer na tarde de quinta-feira, chamando as informações de boato de apoiadores de Streeting.
- Angela Rayner, ex-vice-primeira-ministra, foi liberada pela HMRC em questões fiscais e pode entrar em eventual disputa caso Streeting desafie.
- Apoiadores de Streeting buscam MPs que apoiaram outros candidatos, sugerindo-os para apoiar o desafio; Darren Jones teriam passado horas conversando com potenciais apoiadores.
Wes Streeting, ministro da Saúde, está em confronto com No 10, enquanto aliados afirmam ter números para um desafio à liderança. A decisão seria apresentada caso o primeiro-ministro decida deixar o cargo, algo que Streeting ainda não confirmou formalmente.
Segundo fontes próximas, Streeting tem apoio de 81 MPs para abrir um processo formal, mas permanece aberto à possibilidade de que o PM renuncie ou estabeleça um cronograma de saída. O movimento é visto como parte de uma mudança gradual no cenário político interno.
Cabinet ministers disseram à imprensa que não há planos para pedir a saída de Starmer na tarde de quinta-feira, contestando as tentativas de seus apoiadores de criar uma agenda de demissão. A especulação envolve divergências sobre o momento certo de agir.
Desdobramentos na bancada
A reportagem do Guardian mostrou que Angela Rayner foi liberada pela HMRC em questões fiscais, abrindo caminho para uma potencial participação em uma eventual eleição interna caso Streeting avance. Rayner já indicou interesse em participar.
Membros que apoiam Starmer afirmam que Streeting tem pressionado parlamentares que haviam apoiado outros concorrentes para obter apoio à investida, sugerindo, de forma não confiável, que esses parlamentares poderiam mudar de posição.
Darren Jones, secretário-chefe do gabinete do primeiro-ministro, teria passado seis horas conversando com deputados que avaliam apoiar Streeting, buscando persuadi-los a retirar seus nomes de uma lista de apoiadores.
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