- Datafolha aponta empate técnico em segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, com 45% para cada, 9% brancos/nulos e 1% não soube responder.
- A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre terça-feira 12 e quarta-feira 13, com margem de erro de dois pontos e 95% de confiança.
- Registro no Tribunal Superior Eleitoral: BR-00290/2026.
- Na rodada anterior, de 11 de abril, havia empate técnico com Flávio numericamente à frente por 46% a 45%.
- A maior parte das entrevistas ocorreu antes da divulgação, pelo The Intercept Brasil, das conversas entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro sobre repasses para um filme de propaganda de Jair Bolsonaro.
O Datafolha aponta empate técnico entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno, com 45% das intenções de voto para cada um. Brancos e nulos somam 9%, 1% não soube responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com confiança de 95%.
A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 12 e 13 de abril. O registro no TSE é BR-00290/2026. A rodada anterior, de 11 de abril, já mostrava empate técnico, com Flávio em vantagem de 46% a 45%.
A maioria das entrevistas foi realizada antes da divulgação das conversas entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, reveladas pelo The Intercept Brasil. O financiamento envolvia alegações de repasses para um filme de campanha de Jair Bolsonaro.
Contexto financeiro e desdobramentos
Flávio admite aporte de cerca de 61 milhões de reais para o projeto Dark Horse, negando que o dinheiro tenha financiado a estadia de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. O senador afirma que o acordo permanece confidencial, o que tem gerado contestação de produtores vinculados ao filme.
A defesa de Flávio sustenta não divulgar o suposto contrato por questões de confidencialidade. Parlamentares e a produção negam haver recursos do investidor no projeto, enquanto a PF investiga a origem do dinheiro no que envolve fraude financeira vinculada ao Master.
Em entrevista à CNN Brasil, o senador manteve a versão de investimento privado, ressaltando que o conteúdo envolve apenas o filme sobre Jair Bolsonaro. A reportagem de CartaCapital aponta que os recursos teriam origem em esquema investigado pela polícia, envolvendo venda de ativos tóxicos e aportes de fundos de pensão.
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