- 70% veem a relação entre o presidente Lula e o Congresso como confronto; 20% veem mais cooperação; 2% não veem nem um nem outro; 8% não sabem.
- A divulgação ocorreu antes de diálogos entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro serem tornados públicos.
- Segurança pública é a área mais citada como crítica ao governo (16%), seguida pela saúde (15%).
- Combate à fome e à miséria é citado como área de melhor desempenho por parte dos entrevistados, mas também aparece entre as menos avaliadas.
- Para o próximo presidente, a saúde é prioridade 34%, seguida de educação 15%, segurança pública 12% e economia 11%; corrupção e fome somam 7% e desemprego 6%, respectivamente.
70% da população enxerga a relação entre Lula e o Congresso como mais de confronto do que de cooperação, aponta Datafolha. Outros 20% veem mais cooperação, 2% não veem nem um nem outro e 8% não sabem. A pesquisa foi divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo neste domingo.
Segundo o levantamento, a maior parte das entrevistas ocorreu antes de as conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro terem sido divulgadas. O diálogo envolve repasses de verba para o financiamento do filme Dark Horse, que retrata Jair Bolsonaro.
No conjunto de perguntas sobre o tema governo-Congresso, 70% citam confronto, 20% cooperação, 2% nem confronto nem cooperação e 8% não souberam responder. Os dados refletem a percepção pública nesse aspecto.
Desempenho em áreas-chave
A segurança pública é apontada como a maior fragilidade do governo Lula por 16% dos entrevistados, seguida pela saúde, citada por 15%. Economia e combate à corrupção aparecem com 13% cada, como principais pontos fracos.
O combate à fome e à miséria recebe menções, ao mesmo tempo, entre as melhores e entre as piores avaliações, destacando uma percepção ambivalente sobre esse tema.
Prioridades para o próximo presidente
Em relação às áreas a serem priorizadas pelo futuro presidente, a saúde lidera, com 34% das citações. Educação aparece em segundo, com 15%, seguida por segurança pública (12%) e economia (11%).
Demais temas aparecem com percentuais menores, incluindo combate à fome e à miséria e combate à corrupção, ambos com 7%, e combate ao desemprego, com 6%.
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