Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Díaz-Canel alerta que ataque dos EUA a Cuba pode provocar banho de sangue

Díaz-Canel alerta que ataque dos EUA a Cuba provocaria banho de sangue; Havana afirma não representar ameaça e reforça defesa com mais de 300 drones

Miguel Díaz-Canel en La Habana, el 16 de mayo.
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, ameaçou na X que, se os Estados Unidos atacarem Cuba, haverá um “banho de sangue” de consequências incalculáveis.
  • Cuba afirma que não representa ameaça para Washington e justifica a compra de mais de 300 drones como defesa legítima.
  • Os drones teriam sido adquiridos, segundo reportagens, a partir de China e Irã, visando uso em cenário adverso.
  • A tensão aumenta após visitas e declarações entre autoridades cubanas e representantes dos EUA, incluindo a CIA, com discursos belicosos de ambos os lados.
  • Governo cubano reiterou que Cuba não apoia nem financia terrorismo e não abriga bases militares ou de inteligência estrangeiras, destacando que não tem planos agressivos contra os EUA.

Miguel Díaz-Canel avisou que, caso Estados Unidos ataque Cuba, haverá um banho de sangue com consequências incalculáveis. A declaração foi veiculada pelo presidente cubano na plataforma X, em tom de alerta extremo.

A publicação ocorre numa fase de tensões crescentes entre Cuba e Washington, em meio a declarações sobre possíveis intervenções. O governo cubano destaca que não representa ameaça para os Estados Unidos e reforça a necessidade de defesa frente a conflitos potenciais.

Cuba informa ter adquirido mais de 300 drones para uso na defesa militar, adquiridos a China e a Irã. A explicação é a de reforçar a capacidade de resposta a cenários adversos e a preservação da soberania diante de pressões externas.

Drones e defesa

Entretanto, a aquisição de drones é apresentada pelo governo como parte de uma estratégia de defesa legítima. A entrevista e a comunicação pública ressaltam a preparação para eventual agressão militar, segundo o governo, para evitar danos à população.

Contexto diplomático

Dias antes, houve aproximação entre autoridades cubanas e o governo dos EUA, com menções de abertura para negociações. Em sequência, veículos de imprensa norte-americanos passaram a reportar sobre suposta capacidade de uso dos drones na base de Guantánamo e em áreas próximas à Flórida, o que alimenta o clima de desconfiança.

O governo cubano reiterou, em suas comunicações oficiais, que não abriga nem financia organizações terroristas, nem mantém bases estrangeiras que atuem contra os EUA. Díaz-Canel enfatizou que Cuba não planeja agir contra qualquer país e que as informações são monitoradas por agências de defesa nacionais.

Além disso, as autoridades cubanas destacam que a tensão envolve também exercícios militares no Caribe, imposição de medidas econômicas e variações no discurso de autoridades americanas. O país afirma manter-se preparado diante de cenários adversos, sem abrir mão da defesa da soberania.

O governo pediu à população que permaneça comprometida com a defesa da pátria, enquanto o panorama político regional segue marcado por mensagens contraditórias entre Havana e Washington. O clima continua de alerta, sem alterações oficiais de postura por parte de Cuba.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais