- O vazamento do áudio de Flávio Bolsonaro ao banqueiro Daniel Vorcaro não abalou sua pré-candidatura à Presidência, segundo o PL e o presidente do diretório em Curitiba, Fernando Francisquini.
- Francisquini afirma que a desistência da candidatura é zero e que Flávio é o único capaz de enfrentar Lula e o “sistema”.
- O dirigente admite que a ligação com Vorcaro não foi positiva, mas afirma que não houve irregularidade comprovada.
- Ele critica ataques de aliados que surgiram após o caso, defendendo que houve defesa e explicando que houve dinheiro privado para um evento relacionado a um filme do pai de Flávio.
- Para Francisquini, a eleição para o Senado no Paraná será tão importante quanto a presidencial, ressaltando a necessidade de o eleitor avaliar nomes, partido e propostas.
O vazamento do áudio envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro não derrubou a pré-candidatura presidencial do político, segundo lideranças do PL. O ex-deputado Fernando Francisquini, que comanda o diretório do partido em Curitiba, mantém a aposta em Flávio.
Em entrevista à Gazeta do Povo, Francisquini disse que a desistência de Flávio é zero e que ele é o único com potencial para enfrentar Lula e o atual sistema. A avaliação é de que a candidatura continua firme, mesmo com o episódio envolvendo Vorcaro.
O dirigente reconhece que a ligação não foi adequada, mas afirma não haver comprovação de irregularidades. Segundo ele, tirar Flávio da disputa seria favorecer a esquerda e beneficiar quem não tem coragem de enfrentar o que classificou como o sistema vigente.
Sem citar nomes, Francisquini criticou ataques imediatos de aliados após o caso vir à tona. Segundo ele, houve atuação de interesses pessoais e a defesa de Flávio ainda não foi plenamente ouvida pela opinião pública, especialmente no início da divulgação.
Eleição para o Senado
Para Francisquini, a disputa pelo Senado no Paraná terá peso equivalente ao da Presidência. Ele aponta a necessidade de composições para eleger presidentes do Congresso e do Senado, sem abrir mão de defender Flávio na agenda nacional.
A pré-campanha para o Senado envolve uma avaliação cuidadosa do eleitor, além do peso do partido político. O dirigente ressalta a importância de o eleitor analisar nomes, histórico e projetos ao considerar a candidatura.
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