- O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que apresentará um “plano implacável” caso seja eleito presidente.
- A declaração ocorreu em resposta a críticas do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e Zema disse que o Brasil não anda em tapete vermelho.
- Zema alegou que o País é roubado pelos intocáveis que vivem na capital e fez uma indirecta a Gilmar: “Brasil de verdade não anda em tapete vermelho nem fala português rebuscado”.
- Na 27ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília, ele prometeu privatizações e afirmou que o governo federal vai gastar menos do que arrecada, com queda da dívida e dos juros.
- O ex-governador reforçou objetivos de combater organizações criminosas e enfrentar os “intocáveis”, além de afirmar que nunca diferenciou o tratamento a prefeitos de esquerda ou de direita.
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta quarta-feira, 20, que apresentará um plano implacável caso seja eleito presidente. A declaração aconteceu em resposta a críticas feitas pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, durante evento público.
Zema acusou que o país não avança com discursos deslumbrados e afirmou que o Brasil real está entre injustiças praticadas por elites que vivem na capital. Ele criticou o que chamou de linguagem pomposa usada por autoridades.
Durante a 27ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília, Zema reiterou a promessa de privatizações e afirmou que o governo federal deve reduzir gastos e a dívida pública, com juros menores e menor endividamento geral.
Propostas e desdobramentos
O ex-governador listou metas para combater grupos criminosos que atuam em territórios ocupados e enfrentar as chamadas elites protegidas. Também prometeu ações para ampliar a atuação contra irregularidades em Brasília.
Zema afirmou que, em sua gestão em Minas, não houve discriminação entre prefeitos de esquerda e de direita no atendimento. Ele afirmou que prefeitos estão sobrecarregados pela União e precisam de mais recursos.
O tom da fala ocorreu após críticas de Gilmar Mendes, que havia sugerido que Zema utiliza um dialeto próximo ao português. A origem da polêmica está ligada a divergências sobre o tom do discurso e a abordagem de temas legais e institucionais.
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