- Datafolha mostra Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 31% no primeiro turno, diferença de nove pontos; rejeição de Flávio sobe para 46% e a de Lula fica em 45%.
- Entidade aponta que o escândalo envolvendo o “Master” também atinge o clã Bolsonaro, não apenas o senador.
- Michelle Bolsonaro tem 22% contra 41% de Lula; na espontânea, ela nem é citada.
- No segundo turno, Lula aparece com 47% e Flávio com 43%; em cenários com Michelle, ela fica em 43% frente a 48% de Lula.
- Os números sugerem que o problema pode ser o clã como símbolo, refletindo impacto maior que a popularidade de Flávio isoladamente.
O Datafolha divulgado hoje aponta vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro na corrida presidencial, em meio a revelações ligadas ao chamado áudio e mensagens envolvendo o senador. As informações indicam que o episódio atingiu não só o parlamentar, mas o clã como um todo.
Na comparação de primeira turno, Lula aparece com 40% das avaliações, contra 31% de Flávio, ante margem de erro de dois pontos. Rejeição de Flávio subiu para 46%, enquanto a de Lula ficou em 45%.
Michelle Bolsonaro, apresentada como possível nome alternativo, registra 22% contra 41% de Lula. Na espontânea, ela não é citada pela maioria dos eleitores, indicando pouco reconhecimento como liderança autônoma.
Desempenho por cenário
No segundo turno, Lula pulou de um empate para 47% versus 43% de Flávio, com Michelle em 43% contra 48% do presidente. Os números sugerem que o escândalo ampliou o desgaste do clã além do senador.
Impacto no clã Bolsonaro
Analistas destacam que a crise envolve o conjunto da família, não apenas Flávio. O episódio pode ter reduzido a percepção de liderança autônoma de Michelle e aumentado a aura de desgaste associada ao nome Bolsonaro.
O que pesa no levantamento é a possibilidade de o público, especialmente os independentes, atribuir o desgaste à imagem do clã, e não apenas a falhas de uma figura isolada. O tema permanece sob avaliação das próximas pesquisas.
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