- As eleições presidenciais na Colômbia ocorrem no dia trinta e um de maio, com Iván Cepeda na liderança das pesquisas, seguido por Abelardo De La Espriella e Paloma Valencia, indicando possível segundo turno em quinze de junho.
- A campanha tem sido marcada por violência: dois assessores de De La Espriella foram mortos e o jornalista Mateo Pérez Rueda desaparecido, intenso pela violência, em meio a agravamento da crise humanitária no país.
- Petro, o presidente atual, prometeu reduzir a violência com a “paz total”; Cepeda mantém apoio a esse eixo, enquanto adversários defendem maior combate a grupos armados e participação dos Estados Unidos, sugerindo um novo Plan Colombia.
- Valencia busca uma posição mais centrista, aproximando-se do centro político e formando uma chapa com figuras de centro-esquerda, enquanto De La Espriella defende programa austero e prisionamento em larga escala.
- Enquanto isso, pesquisas apontam incerteza entre eleitores, com parcela relevante ainda indecisa, o que amplia o potencial de surpresas até o dia da votação.
As eleições presidenciais na Colômbia ganham contorno tenso, com o pleito marcado para o dia 31 de maio. A disputa começa em meio a episódios de violência que impactam a campanha de candidatos de diferentes legendas, especialmente no campo da segurança pública.
Abelardo De La Espriella, Iván Cepeda e Paloma Valencia lideram as pesquisas, indicados para avançar ao segundo turno caso nenhum obtenha 50% dos votos. A corrida gira em torno de propostas de endurecimento da ação contra grupos armados e de alianças com a comunidade internacional.
Na última semana, motociclistas atacaram e mataram dois jovens trabalhadores ligados à campanha de De La Espriella. Outro episódio relevante: o jornalista Mateo Pérez Rueda foi encontrado morto após ser detido por guerrilheiros, aumentando a preocupação com a liberdade de imprensa no país.
O governo de saída, representado pelo presidente Gustavo Petro, tem como bandeira a política de “paz total”, que busca negociar com grupos armados. As mudanças propostas pelos candidatos incluem revisão de relações com os Estados Unidos e alterações na condução da política de segurança pública.
Paralelamente, a Colômbia enfrenta, segundo a Cruz Vermelha, a pior crise humanitária da última década. A violência e o deslocamento afetam regiões onde há maior presença de grupos armados, impactando a vida cotidiana de moradores.
O pleito ocorre em um momento de incerteza sobre o que pode influenciar o resultado: violência, reformas sociais ou outras variáveis. Pesquisas recentes apresentam leituras díspares sobre o eventual candidato vitorioso no segundo turno.
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