- O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que membros da família Bolsonaro pensam mais em si do que no país, acusando-os de criar factoides para desviar a atenção do caso Master, relacionado a corrupção e sonegação de tributos.
- Ele disse que a classificação dos facções PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos pode trazer efeitos negativos à economia e ao sistema financeiro brasileiro.
- Alckmin ressaltou que o combate ao crime organizado já ocorre no Brasil por meio de operações, legislação antifacção e aumento de penas, com atuação em terra, mar e ar.
- O vice-presidente destacou a operação Carbono Oculto, envolvendo Polícia Federal e Receita Federal, com bilhões de reais sonegados em combustível e lavagem de dinheiro, mencionando um prolongamento com participação do Ministério Público, Polícia Civil e Gaeco.
- A agenda de Alckmin foi no Vale do Paraíba e no Litoral Norte paulista para a entrega de veículos a municípios via Novo Pac Saúde.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, criticou nesta sexta-feira integrantes da família Bolsonaro após a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e CV como organizações terroristas. A declaração ocorreu em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, durante agenda no Vale do Paraíba.
Alckmin afirmou que o clã Bolsonaro pensa mais em si do que no país e que coloca temas para desviar a atenção de um suposto caso Master, relacionado a corrupção e sonegação de tributos. Ele enfatizou que o tema está sendo usado para esse desvio.
Segundo o vice, a classificação das facções como terroristas pode trazer impactos negativos ao Brasil, afetando o sistema financeiro e a economia, sem contribuir para o combate ao crime.
Ainda na entrevista, Alckmin destacou que o combate ao crime organizado já ocorre por meio de operações e mudanças na legislação, incluindo a aprovação de lei antifacção, aumento de penas e restrições à progressão de pena.
O vice-presidente citou ações contra esquemas de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, como a operação Carbono Oculto, com participação da Polícia Federal e da Receita Federal, e prolongamento recente envolvendo o Ministério Público, a Polícia Civil e o Gaeco.
A agenda da visita envolveu a entrega de veículos para municípios das regiões do Vale do Paraíba e do Litoral Norte, por meio do programa Novo PAC Saúde.
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