- Jason Miller, aliado do presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a criticar Lula e a reclamar da decisão dos EUA de designar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
- Miller divulgou no X uma notícia em que Lula chama o senador Flávio Bolsonaro de traidor por ter pedido a classificação, que passa a vigorar na próxima sexta-feira (5).
- O estrategista escreveu “Womp womp” e “Chora mais forte, Lula!”, atos interpretados como provocação.
- Na sexta-feira (29), Miller já havia compartilhado vídeo em que Lula dizia estar muito triste e decepcionado com a decisão dos EUA.
- Miller tem atuação como elo entre o governo Trump e a família Bolsonaro e já havia defendido Flávio Bolsonaro em outros episódios envolvendo críticas a Lula e a corrupção.
O estrategista de comunicação Jason Miller, aliado de Donald Trump, voltou a atacar o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Miller reagiu à fala de Lula sobre a decisão dos EUA de classificar o PCC e o CV como organizações terroristas.
A reação ocorreu após Lula questionar publicamente, em tom crítico, a posição adotada pelos Estados Unidos e ao mencionar o share de críticas feitas a Flávio Bolsonaro durante encontro na Casa Branca. A designação passa a vigorar na próxima sexta-feira.
Miller utilizou a rede social X para publicar conteúdo que minimiza a posição de Lula e reforça o tom confrontativo. O material envolve referências a declarações anteriores do presidente brasileiro sobre o tema, sem registrar, porém, comentários diretos de autoridades brasileiras.
O episódio se desenrola em meio a uma troca de mensagens entre membros de alto nível de apoiadores da gestão de Trump e simpatizantes da família Bolsonaro, com foco na reação pública ao anúncio estadounidense. A decisão norte-americana foi anunciada semanas antes e tem implicações para a cooperação entre Brasil e EUA no combate ao crime transnacional.
A agenda de próxima semana, quando a designação entra em vigor, é citada como contexto para novas manifestações de apoio e crítica de ambos os lados. Não houve confirmação de medidas adicionais por parte de autoridades brasileiras até o momento.
Segundo apuração, Miller mantém atuação de ponte entre o governo Trump e a família Bolsonaro, com ações voltadas a discutir eventos envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e assuntos ligados a financiamento de projetos culturais. Mantém-se o tom de críticas direcionadas a Lula e ao que ele classifica como postura de proteção a narcoterroristas.
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