- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, criticou a pressão para instalar uma CPMI para investigar fraudes no Banco Master.
- Ele afirmou ter sido atacado por quatro horas na sessão ao não ler o requerimento da CPMI do Banco Master e disse que órgãos como Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça já investigam o caso.
- Alcolumbre afirmou que a CPMI seria usada para palanque eleitoral, não para limpar o Brasil.
- Disse que a CPMI beneficiaria apenas a esquerda ou a direita, não o país, e que o país está em eleição constante desde a última eleição.
- Afirmou que parlamentares têm usado seus mandatos para angariar curtidas nas redes sociais.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, criticou a pressão para instalar uma CPMI para apurar fraudes no Banco Master. Ele afirmou que a investigação já ocorre por meio da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da Justiça.
Durante sessão no Congresso, Alcolumbre relatou ter sido alvo de expostos ataques políticos por não ter lido o requerimento da CPMI. Ele ressaltou que a autoridade competente já acompanha o caso.
O senador declarou que não sabe quem seria culpado entre instituições reguladoras ou pessoas envolvidas, citando possíveis responsáveis no Banco Central e na Comissão de Valores Mobiliários. A fala enfatizou que a apuração é complexa.
Segundo ele, a oposição e alguns setores da esquerda e da direita teriam interesse em transformar a pauta em palanque eleitoral. O presidente do Senado disse que o objetivo não seria esclarecer o Brasil, mas beneficiar agendas partidárias.
Alcolumbre afirmou ainda que, desde a última eleição, o país estaria em processo eleitoral contínuo, com parlamentares buscando protagonismo nas redes sociais. A fala reforçou a percepção de uso político da cobrança por CPMI.
A leitura do requerimento de CPMI não foi adotada na sessão, de acordo com o relato de Alcolumbre. Ele reforçou que a prioridade é manter a independência das instituições envolvidas na apuração.
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