- O Escritório de Comércio dos Estados Unidos propôs uma tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, com exceções para itens estratégicos.
- A base de apoio de Lula chamou a medida de “tariflávio”, em referência ao histórico de tarifas, enquanto a oposição critica o governo.
- Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, ainda não se manifestaram sobre a proposta.
- O senador Flávio Bolsonaro esteve em Washington e disse ter pedido para não taxar o Brasil; ele afirmou que não articulou tarifas.
- O líder do Partido Liberal na Câmara, Cabo Gilberto Silva, afirmou que a medida prejudica empresas, empregos e a economia brasileira.
O governo e a oposição divergem sobre a proposta de tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A previsão de tarifa de 25% foi anunciada pelo Escritório de Comércio dos EUA, com exceção de itens estratégicos. A reação brasileira já começou a desenhar cenários para a economia.
A base do presidente Lula classifica a medida como complicada para exportadores e trabalhadores, referindo-se a uma reação de tarifa elevada. A oposição, por sua vez, acusa o governo de facilitar impactos negativos na economia nacional.
Nesse contexto, líderes do Congresso ainda não se manifestaram publicamente sobre o tema. Parlamentares de diferentes siglas criticam a política externa dos EUA, mantendo a expectativa de esclarecimentos adicionais.
Entre os atores envolvidos, o senador Flávio Bolsonaro esteve em Washington, onde pediu aos norte-americanos para não taxar o Brasil. A visita ocorreu na semana passada, com encontros com autoridades norte-americanas, segundo informações disponíveis.
Até o momento, não houve comentários de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, nem de Hugo Motta, presidente da Câmara, sobre a nova tarifa. Ambos seguem sem declarações públicas sobre a proposta dos EUA.
Reações no Congresso
Parlamentares próximos ao governo avaliam impactos setoriais de uma possível cobrança, citando efeitos sobre exportação e competitividade. A oposição ressalta a necessidade de proteção à indústria e à economia nacional.
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