- O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, será o relator de duas ações sobre o filme Dark Horse e de uma terceira sobre a pesquisa AtlasIntel que citava áudios de Flávio Bolsonaro enviados ao banqueiro Daniel Vorcaro.
- As ações discutem possível abuso econômico e político relacionado ao financiamento e exibição do filme sobre Jair Bolsonaro e suposto direcionamento eleitoral na pesquisa de AtlasIntel.
- Na ação da AtlasIntel, o Partido Liberal sustenta que a pesquisa induziu eleitores contra Flávio Bolsonaro ao citar áudio da conversa dele com Vorcaro, na qual pediu apoio financeiro para o filme.
- A AtlasIntel afirmou que o teste do áudio foi aplicado apenas após a conclusão do questionário principal do levantamento.
- Kassio Nunes Marques também vai relatar pedidos de Rogério Correia (Partido dos Trabalhadores) para barrar a exibição do Dark Horse e de Arlindo Chinaglia (Partido dos Trabalhadores) para investigar abusos de poder econômico e político no financiamento do filme.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, será o relator de duas ações sobre o filme Dark Horse e de uma terceira sobre a AtlasIntel, que citava áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. Os casos discutem possível abuso econômico e político no financiamento e na exibição do filme sobre Jair Bolsonaro e o suposto direcionamento na pesquisa.
A ação sobre a AtlasIntel é movida pelo PL. A legenda afirma que o levantamento induziu entrevistados contra Flávio Bolsonaro ao reproduzir o áudio de uma conversa dele com Vorcaro, na qual o parlamentar pede apoio financeiro para Dark Horse. O partido aponta que oito das 48 perguntas tratavam do tema.
Segundo o PL, o áudio teria sido inserido no questionário após a conclusão do restante do levantamento, o que, na visão da legenda, configura indução do eleitorado. A AtlasIntel afirmou que o teste de áudio ocorreu apenas após a entrega do questionário principal.
Outra ação envolve Rogério Correia (PT-MG), que pediu a proibição da exibição de Dark Horse. O deputado sustenta que o filme pode ter efeito eleitoral abusivo durante a campanha. O TSE analisará para proteger a igualdade de chances e a transparência do financiamento.
Em relação a Arlindo Chinaglia (PT-SP), o pedido é pela apuração de abusos de poder econômico e político no financiamento da produção. O parlamentar sustenta que o filme pode influenciar o cenário eleitoral e desequilibrar a disputa.
Recém-empossado na presidência do TSE, Kassio Nunes Marques, junto a André Mendonça e Estela Aranha, centralizou a análise de ações sobre propaganda eleitoral. A prática tramita dentro do sistema de rodízio entre ministros do STF para a presidência do TSE.
Entre na conversa da comunidade