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Brasil passa a integrar o Conselho Econômico e Social da ONU

Brasil é eleito para o Conselho Econômico e Social da ONU, mandato de 2027 a 2029, com 181 votos, reforçando o papel do país em desenvolvimento e paz

Brasília (DF), 10/04/2023 - Fachada do ministério de Relações Exteriores.
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  • O Brasil foi eleito para integrar o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) para o mandato de 2027 a 2029.
  • A eleição ocorreu na terça-feira e o Brasil recebeu 181 votos de representantes dos Estados-membros.
  • O Itamaraty afirmou que a escolha aponta a importância do país no cenário internacional, especialmente para a redução das desigualdades e a promoção da paz sustentável.
  • O ECOSOC é formado por 54 membros e coordena agências especializadas da Organização das Nações Unidas (ONU), emitindo recomendações sobre comércio, desenvolvimento, direitos humanos, igualdade de gênero, ciência e tecnologia.
  • As recomendações são conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O Brasil foi eleito para integrar o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) para o mandato entre 2027 e 2029. A eleição ocorreu durante uma sessão da ONU na terça-feira, dia 4, em Nova York. O país recebeu 181 votos, entre os representantes dos Estados-membros.

O ECOSOC é composto por 54 membros e coordena as agências especializadas da ONU, orientando políticas sobre comércio, desenvolvimento, direitos humanos, gênero, ciência e tecnologia. As deliberações apoiam a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A diplomacia brasileira destaca que a eleição reforça a importância do Brasil no cenário internacional. O Itamaraty afirma que o papel no ECOSOC é estratégico para promover a redução de desigualdades e a paz sustentável.

Contexto do ECOSOC

Elemento: O órgão atua como espaço para formulação de políticas e recomendações sobre temas de desenvolvimento global.

IMPORTANTE: A participação brasileira ocorre em um momento de intensificação de cooperação multilateral.

Entre as funções do conselho estão a coordenação de programas das agências da ONU e a defesa de prioridades como desenvolvimento econômico, social e ambiental. A participação brasileira deve favorecer debates sobre inclusão e inovação.

Brasil e outras nações buscam ampliar parcerias e mecanismos de financiamento para projetos de desenvolvimento sustentável, conforme as diretrizes da ONU. O anúncio não detalha novas ações específicas para o país.

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