- O CEO da Quaest, Felipe Nunes, disse que não há evidência de a eleição terminar no primeiro turno.
- A nova pesquisa Genial/Quaest aponta Lula com 39% no primeiro turno, enquanto a soma dos demais candidatos chega a 42%, indicando possibilidade de segundo turno.
- A parcela de indecisos subiu de 5% para 10% entre maio e junho, e Lula não teve crescimento nesse intervalo.
- A polarização continua alta, mas a definição tende a depender de um eleitor indeciso, independente e que acompanha economia e escândalos.
- O cenário sugerido é de disputa apertada e volatilidade, especialmente entre os votantes que ainda não se decidiram.
Em entrevista ao UOL News, Felipe Nunes, CEO da Quaest, afirma que não há evidência de que a eleição presidencial vá terminar no primeiro turno. A análise se baseia na nova pesquisa Genial/Quaest.
Segundo Nunes, Lula obtém 39% de intenção de voto no primeiro turno, enquanto a soma dos demais candidatos chega a 42%. O levantamento aponta um aumento de indecisos de 5% para 10% entre maio e junho, o que sustenta a possibilidade de segundo turno.
O cientista político ressalta que o processo eleitoral é volátil, com mudanças rápidas de opinião. Ele destaca que a polarização continua alta, mas a definição pode ficar a cargo de eleitores independentes que acompanham economia, notícias e escândalos.
Contexto da pesquisa
A Quaest aponta que, apesar da alta polarização, o eleitor indeciso tende a decidir nos próximos meses. A análise enfatiza a influência de crises, medidas econômicas e escândalos envolvendo nomes de ambos os lados.
Fatores que podem alterar o cenário
Nunes cita ainda que o equilíbrio pode mudar conforme acontecimentos políticos e econômicos. A leitura é de disputa apertada, com volatilidade especialmente entre quem ainda não definiu o voto.
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