- Ed Gemmell, candidato da Climate Party, disputa a by‑election de Makerfield para tentar obter mais votos do que as entradas britânicas no Eurovision.
- Ele já foi vereador de Hazlemere, fundou a Climate Party em 2020 e participou da COP26 em 2021.
- Em Wycombe, ele recebeu 489 votos na eleição geral de 2024, buscando hoje levar a agenda climática ao centro do debate.
- Defende acelerar a transição para uma “revolução industrial limpa” e trazer o objetivo net zero em vinte anos para estimular a economia, além de proteger a natureza.
- Diz que Andy Burnham pode se tornar primeiro‑ministro no futuro e vê Reform UK como a outra opção competitiva, ainda que improvável.
Ed Gemmell, candidato da Climate Party, disputa a eleição suplementar de Makerfield nesta quinta-feira para tentar levar o partido ao mapa político britânico. O pleito decidirá se o Labour mantém o assento em Greater Manchester, com o atual candidato Andy Burnham à frente na contagem.
Gemmell é natural de Hazlemere, Buckinghamshire, e dirige a candidatura em uma eleição realizada em Makerfield. O objetivo declarado é colocar a ação climática no centro da agenda, buscando atrair eleitores que não se alinham aos grandes partidos tradicionais.
O candidato lançou a campanha após fundar a Climate Party em 2020 e já participou de eleições anteriores em Wycombe, onde obteve votos significativos em meio a disputas com conservadores locais. Em Makerfield, ele admite desafio maior, porém mantém o foco na mensagem de transição econômica verde.
Contexto da candidatura
Gemmell descreve a atuação de Burnham como positiva em certos aspectos, ao passo que enxerga espaço para que reformas climáticas avancem no parlamento. O clima político envolve outras siglas com propostas diversas, mas a Climate Party mantém posição central no espectro político, segundo o candidato.
O pleito ocorre em um momento de debate sobre metas de descarbonização e impactos econômicos, com candidatos discutindo medidas de inovação, investimentos e preservação de áreas naturais. A eleição pode influenciar o equilíbrio político local e nacional, dependendo do desempenho do Climate Party.
Gemmell afirma que a eleição visa ampliar a visibilidade de políticas climáticas, independentemente do resultado imediato. A decisão de voto, segundo ele, deve considerar planos de curto e médio prazo para indústria, emprego e proteção ambiental, em linha com a visão da Climate Party.
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