- Romário participou remotamente de sessão no Senado, durante viagem aos Estados Unidos onde atua como comentarista da Copa de 2026 pela Cazé TV.
- O senador deve permanecer fora do país até o fim do torneio, em 19 de julho, sob regime semipresencial adotado pela Casa.
- A sessão discutiu a criação da Universidade do Esporte, com a participação remota de Romário sendo comentada de forma bem-humorada pelos pares.
- Em seu discurso, Romário lembrou a Copa do Mundo de 2014, chamando-a de vergonhosa e destacando estádios superfaturados e desvios de recursos.
- O Senado manteve o regime semipresencial até o início do recesso, em 18 de junho, com outros temas como a transferência simbólica da capital para Salvador e aperfeiçoamento para educação básica em pauta.
Em viagem aos Estados Unidos, onde atua como comentarista da Copa do Mundo de 2026 pela Cazé TV, o senador Romário (PL-RJ) participou do Senado de forma remota. A sessão desta terça-feira tratou da criação da Universidade do Esporte, tema defendido pelo parlamentar.
Romário discursou a partir de fora do país, beneficiado pelo regime semipresencial adotado pela Casa. A prática permite a participação de senadores que estejam no exterior, com presença digital nas votações e debates.
A própria sessão ocorreu com o plenário marcado por baixa presença, e a participação remota teve tom de descontração. O senador Esperidião Amin (PP-SC) brincou: “Consulto ao senador Romário se ele está pronto para entrar em campo”.
Universo da discussão
O ex-jogador aproveitou o momento para relembrar a Copa de 2014, realizada no Brasil. Segundo Romário, houve dificuldades estruturais no evento, incluindo estádios superfaturados e obras sem conclusão, além de desvios de recursos públicos.
Além de Romário, outros parlamentares também participaram remotamente. A Mesa Diretora, por meio do presidente Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu manter o regime semipresencial até o início do recesso, previsto para 18 de junho.
A medida facilita a participação de quem está fora do país, incluindo o caso de Romário, que não terá licença no mandato, pois já esteve afastado por 120 dias no final de 2025.
Outros temas em pauta
Entre as pautas da ordem do dia, está a votação do projeto de lei que prevê a transferência simbólica da capital do Brasil para Salvador em 2 de julho. Também estão em debate propostas para aperfeiçoamento continuado de profissionais da educação básica.
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