Camila Florindo D’Avila, de 23 anos, foi sequestrada em Araquari (SC) no dia 8 de outubro de 2024 e encontrada morta em Ibaiti, no Paraná, três meses depois, em 14 de janeiro de 2025. A jovem era irmã de Ester Florindo, que passou por um incidente grave no Natal anterior, quando caiu de uma ponte […]
Camila Florindo D’Avila, de 23 anos, foi sequestrada em Araquari (SC) no dia 8 de outubro de 2024 e encontrada morta em Ibaiti, no Paraná, três meses depois, em 14 de janeiro de 2025. A jovem era irmã de Ester Florindo, que passou por um incidente grave no Natal anterior, quando caiu de uma ponte e foi salva pelo namorado. Durante o desaparecimento de Camila, Ester expressou a angústia da família, que não tinha informações sobre o paradeiro da jovem.
A Polícia Civil esclareceu que Camila foi sequestrada por engano, sendo o alvo real seu companheiro, investigado por vínculos com uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas. O delegado Jose Gattaz Neto informou que Camila foi levada viva para Curitiba, onde um dos sequestradores foi morto por membros da mesma facção. A morte de Camila ocorreu em 10 de outubro, com o corpo encontrado em uma plantação de eucaliptos, coberto por cal e com marcas de disparos de arma de fogo.
Quatro suspeitos foram presos em Curitiba, Foz do Iguaçu e São Francisco do Sul, e devem ser indiciados por sequestro, roubo majorado, uso de veículo com identificação adulterada, e homicídio qualificado. O companheiro de Camila permanece foragido. O delegado destacou que a jovem estava “no lugar errado, na hora errada e com a pessoa errada”, enfatizando que ela não tinha envolvimento com atividades criminosas.
As investigações continuam, com a Polícia Civil buscando mais informações sobre o caso. O corpo de Camila foi encontrado após buscas do Corpo de Bombeiros, que contou com a ajuda de cães farejadores. A tragédia da jovem ressalta a complexidade e os riscos associados ao envolvimento com organizações criminosas, mesmo para aqueles que não estão diretamente envolvidos.
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