Um policial militar do Distrito Federal, Lucas Felipe Gomes de Castro, de 30 anos, foi preso após atropelar Vagner da Paixão Ribeiro, de 42 anos, em Águas Claras no dia 11 de janeiro. O acidente ocorreu por volta das 6h da manhã e deixou a vítima gravemente ferida, necessitando de cirurgia para tratar uma fratura […]
Um policial militar do Distrito Federal, Lucas Felipe Gomes de Castro, de 30 anos, foi preso após atropelar Vagner da Paixão Ribeiro, de 42 anos, em Águas Claras no dia 11 de janeiro. O acidente ocorreu por volta das 6h da manhã e deixou a vítima gravemente ferida, necessitando de cirurgia para tratar uma fratura no fêmur. Exames do Instituto Médico Legal (IML) indicaram que Lucas apresentava sinais de embriaguez.
Testemunhas relataram que o carro de Lucas colidiu com a traseira do veículo de Vagner, que estava fora do carro e ficou preso entre os dois. Após a colisão, o veículo de Lucas capotou. Ele e seu primo, que o acompanhava, saíram pela janela. Lucas demonstrava comportamento confuso e repetia que era policial. O Corpo de Bombeiros (CBMDF) foi acionado e socorreu Vagner, que estava consciente, mas com dores.
Lucas foi liberado após audiência de custódia e aguarda o desfecho do processo em liberdade. Ele se negou a fazer o teste do bafômetro, alegando que não dirigia o veículo, uma versão contestada por testemunhas e seu primo, que confirmou que Lucas dirigia. O primo afirmou que ambos passaram a madrugada em festas e que havia latas de cerveja e uma garrafa de uísque no carro, comprado como presente. A Polícia Civil do DF (PCDF) confirmou que o laudo do IML apontou embriaguez.
Em setembro de 2024, Lucas foi aprovado no Curso de Formação de Praças da PMDF. A Polícia Militar não se manifestou sobre sua permanência na corporação após o acidente. O caso segue sob investigação na 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga).
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