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Ataque a advogado de PMs suspeitos de homicídio gera repercussão em Sorocaba

- O advogado Mauro Ribas Junior, defensor de PMs, sofreu ataque em Sorocaba. - Ele foi alvejado por tiros, mas escapou com ferimentos no rosto por estilhaços. - A OAB de Sorocaba repudia a violência e acompanha as investigações do caso. - A polícia investiga como tentativa de homicídio, mas sem suspeitos identificados. - O ataque levanta preocupações sobre a segurança de advogados e do Estado Democrático.

Na noite de sábado (1º), o advogado Mauro Ribas Junior, defensor de três policiais militares suspeitos de assassinato, teve seu carro atingido por disparos em Sorocaba (SP). O ataque ocorreu na Rua Projetada 1, no bairro Quintais do Imperador, enquanto Mauro estava prestes a entrar no veículo. Ele não foi ferido pelos tiros, mas sofreu […]

Na noite de sábado (1º), o advogado Mauro Ribas Junior, defensor de três policiais militares suspeitos de assassinato, teve seu carro atingido por disparos em Sorocaba (SP). O ataque ocorreu na Rua Projetada 1, no bairro Quintais do Imperador, enquanto Mauro estava prestes a entrar no veículo. Ele não foi ferido pelos tiros, mas sofreu cortes no rosto devido aos estilhaços de vidro.

Após o ataque, Mauro foi socorrido por enfermeiros que foram chamados pela Polícia Militar, mas não chegou a entrar no Hospital Regional Adib Jatene. Ele foi transferido para um hospital particular, onde recebeu atendimento e posteriormente prestou depoimento na delegacia. A perícia no veículo revelou a presença de dois estojos de munição e um projétil, mas nada foi encontrado no local dos disparos.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Sorocaba manifestou repúdio ao ataque, destacando que a violência não apenas ameaça a vida de um advogado, mas também o exercício da advocacia e a segurança da sociedade. A OAB se colocou à disposição para apoiar Mauro e acompanhar as investigações, que estão sendo conduzidas pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

O sócio de Mauro, Renato Soares, afirmou que o ataque pode ter sido uma tentativa de execução, mas não é possível confirmar se há ligação com o caso de Vinícius Gritzbach, o delator do PCC que foi assassinado. Até o momento, não há informações sobre a prisão de suspeitos, e a polícia busca imagens de câmeras de segurança para auxiliar nas investigações.

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