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Polícia prende maior distribuidor de cigarros eletrônicos do Rio e apreende mil vapes

- Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu o maior distribuidor de vapes do estado. - Mais de mil cigarros eletrônicos foram apreendidos em operação na Zona Norte. - Dispositivos continham THC, substância psicoativa da maconha, ilegal no Brasil. - A operação envolveu delegacias especializadas e ocorreu em área dominada por facção. - Investigações seguem para descobrir como os produtos entraram no país.

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Uma operação da Polícia Civil, envolvendo duas delegacias especializadas, resultou na prisão de um homem considerado o maior distribuidor de cigarros eletrônicos, conhecidos como “vapes”, no estado do Rio de Janeiro. O suspeito foi detido em um apartamento localizado no conjunto habitacional Ipase, no bairro Vila Kosmos, na Zona Norte da capital. Durante a ação, […]

Uma operação da Polícia Civil, envolvendo duas delegacias especializadas, resultou na prisão de um homem considerado o maior distribuidor de cigarros eletrônicos, conhecidos como “vapes”, no estado do Rio de Janeiro. O suspeito foi detido em um apartamento localizado no conjunto habitacional Ipase, no bairro Vila Kosmos, na Zona Norte da capital. Durante a ação, foram apreendidos mais de mil cigarros eletrônicos, todos importados ilegalmente.

As investigações revelaram que os dispositivos vendidos pelo suspeito eram abastecidos com THC, o Tetrahidrocanabinol, uma substância psicoativa encontrada na maconha. A operação foi liderada pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), com o apoio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). A área onde os vapes foram encontrados é dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, e os agentes afirmaram que o suspeito se beneficiava da limitação das ações policiais na região para continuar suas atividades.

O homem foi preso em flagrante e enfrentará acusações de crime contra a saúde pública e receptação qualificada. O material apreendido foi enviado para perícia, e as investigações prosseguem para determinar como os produtos entraram no país. Vale destacar que a venda de cigarros eletrônicos é proibida pela Anvisa.

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