O ex-jogador de futebol Daniel Alves recuperou seus passaportes e está autorizado a deixar a Espanha após a anulação de sua condenação por estupro. A decisão foi tomada pelo Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, que revogou a sentença de quatro anos e seis meses de prisão, alegando que a condenação anterior apresentava “lacunas, imprecisões e contradições”. Alves, que estava em liberdade provisória desde março de 2024, compareceu a uma audiência em Barcelona para a devolução dos documentos, que estavam retidos desde sua prisão em janeiro de 2023.
A Justiça espanhola concluiu que o depoimento da vítima não era suficiente para sustentar a condenação, apesar de evidências como exames de corpo de delito que comprovaram a presença de sêmen. A defesa de Alves argumentou que houve falta de confiabilidade nas declarações da jovem, que alegou ter sido estuprada em um banheiro da boate onde ambos estavam. O tribunal também negou recursos do Ministério Público que buscavam aumentar a pena do ex-atleta.
Após a anulação da condenação, representantes de movimentos feministas realizaram protestos em São Paulo, criticando a decisão judicial e denunciando a impunidade em casos de violência contra mulheres. As manifestantes expressaram solidariedade à vítima e pediram uma revisão da decisão, que consideram um retrocesso na luta contra a violência de gênero.
A defesa da vítima anunciou que planeja recorrer da decisão do tribunal. Daniel Alves, que possui cidadania espanhola e brasileira, não terá mais restrições, como a proibição de se aproximar da vítima ou de se apresentar semanalmente ao tribunal. A situação continua a gerar repercussões e debates sobre a justiça em casos de violência sexual.
O ex-jogador de futebol Daniel Alves recuperou seus passaportes e está autorizado a deixar a Espanha após a anulação de sua condenação por estupro. A decisão foi tomada pelo Tribunal Superior de Justiça da Catalunha, que revogou a sentença de quatro anos e seis meses de prisão, considerando que a condenação anterior apresentava “lacunas, imprecisões e contradições”. Alves, que estava em liberdade provisória desde março de 2024, compareceu a uma audiência em Barcelona para a devolução dos documentos, que estavam retidos desde sua prisão em janeiro de 2023.
A Justiça espanhola concluiu que o depoimento da vítima não era suficiente para sustentar a condenação, apesar de evidências como exames de corpo de delito que comprovaram a presença de sêmen. A defesa de Alves argumentou que houve falta de confiabilidade nas declarações da jovem, que alegou ter sido estuprada em um banheiro da boate onde ambos estavam. O tribunal também negou recursos do Ministério Público que buscavam aumentar a pena do ex-atleta.
Após a anulação da condenação, representantes de movimentos feministas realizaram protestos em São Paulo, criticando a decisão judicial e denunciando a impunidade em casos de violência contra mulheres. As manifestantes expressaram solidariedade à vítima e pediram uma revisão da decisão, que consideram um retrocesso na luta contra a violência de gênero.
A defesa da vítima anunciou que planeja recorrer da decisão do tribunal. Daniel Alves, que possui cidadania espanhola e brasileira, não terá mais restrições, como a proibição de se aproximar da vítima ou de se apresentar semanalmente ao tribunal. A situação continua a gerar repercussões e debates sobre a justiça em casos de violência sexual.
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