A Polícia Civil de São Paulo prendeu um jovem de 20 anos, suspeito de ser o responsável pelo disparo que matou um arquiteto na Zona Oeste da cidade. O crime ocorreu quando a vítima tentou impedir um assalto, e as câmeras de segurança registraram toda a ação. O suspeito, que já tinha passagens por roubo, se apresentou ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) acompanhado de um advogado.
O arquiteto, Jefferson Dias, de 43 anos, foi baleado ao tentar recuperar a aliança e o celular de uma mulher que havia sido assaltada. Ele jogou seu carro contra o assaltante, que estava em uma motocicleta, mas foi atingido por três tiros fatais. O comparsa do suspeito ainda não foi encontrado e não possui antecedentes criminais.
O caso é tratado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte, devido à tentativa de Jefferson de impedir o crime. Ele foi socorrido e levado ao Hospital Universitário, mas não sobreviveu aos ferimentos. Jefferson era recém-casado e planejava ter filhos. Sua família já havia enfrentado outra tragédia, com o assassinato do pai dele anos atrás.
Dados da Secretaria de Segurança Pública mostram que, no primeiro bimestre de 2025, houve um aumento de 16% nos homicídios dolosos em comparação ao mesmo período do ano anterior. O caso de Jefferson se soma a uma série de latrocínios, com nove ocorrências registradas em São Paulo nos dois primeiros meses de 2025.
A Polícia Civil de São Paulo prendeu um jovem de 20 anos, suspeito de ser o autor do disparo que resultou na morte de um arquiteto na Zona Oeste da cidade. O crime ocorreu após a vítima tentar impedir um assalto, sendo registrado por câmeras de segurança. O suspeito, que já tinha passagens por roubo, se apresentou ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) acompanhado de um advogado.
O arquiteto, Jefferson Dias, de 43 anos, foi baleado ao tentar recuperar a aliança e o celular de uma pedestre que havia sido assaltada. Ele jogou seu carro contra o assaltante, que estava em uma motocicleta, mas foi atingido por três disparos fatais. O comparsa do suspeito ainda não foi localizado e não possui antecedentes criminais.
O caso é tratado como latrocínio (roubo seguido de morte), uma vez que a ação do arquiteto foi uma tentativa de impedir o crime. Jefferson foi socorrido e levado ao Hospital Universitário, mas não sobreviveu aos ferimentos. Ele era recém-casado e planejava ter filhos, e sua família já havia enfrentado outra tragédia quando seu pai foi assassinado há anos.
Dados da Secretaria de Segurança Pública indicam que, no primeiro bimestre de 2025, houve um aumento de 16% nos homicídios dolosos em comparação ao mesmo período do ano anterior. O caso de Jefferson se soma a uma série de latrocínios, com nove ocorrências registradas em São Paulo nos dois primeiros meses de 2025.
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