Cinco pessoas foram presas na França depois que 630 kg de cocaína, que vinha do Brasil, foram encontrados. O navio, chamado “Omicron Eagle”, saiu do porto de Paranaguá, no Paraná. As autoridades desconfiaram que o navio estava transportando drogas e monitoraram a situação com escutas telefônicas. Pescadores da cidade de Ouistreham usaram um barco pequeno para pegar a cocaína que foi jogada no mar, enquanto o navio seguia para Dunquerque. Na madrugada de 4 de abril, eles descarregaram a droga em uma lancha que ia para Tancarville. A operação foi planejada por dezoito meses. O promotor Frédéric Teillet disse que a quantidade de droga, que inicialmente era estimada em 800 kg, foi confirmada em 630 kg, valendo cerca de 37 milhões de euros. Ele também alertou que quem participa do tráfico de drogas no mar enfrentará as mesmas punições que os traficantes. A operação resultou na prisão dos pescadores, de dois parceiros e da tripulação da lancha onde a cocaína foi encontrada.
Cinco pessoas foram detidas na França após a apreensão de 630 kg de cocaína originária do Brasil, conforme anunciou o Ministério Público de Rennes. O navio cargueiro de bandeira liberiana, chamado “Omicron Eagle”, partiu do porto de Paranaguá, no Paraná. As autoridades suspeitaram que a embarcação transportava drogas e, por meio de um dispositivo de escuta telefônica, monitoraram os preparativos para a recuperação da carga.
Os pescadores da cidade de Ouistreham utilizaram um pequeno barco para recuperar a cocaína, que havia sido lançada ao mar a várias milhas náuticas das Ilhas do Canal. Enquanto isso, o navio continuou sua rota em direção a Dunquerque. Na madrugada de 4 de abril, os pescadores descarregaram a droga em uma lancha que se dirigiu à cidade de Tancarville, dando início a uma operação planejada por dezoito meses.
O promotor Frédéric Teillet informou que a quantidade de drogas apreendidas, inicialmente estimada em 800 kg, foi confirmada em 630 kg sem embalagem, com um valor de revenda de 37 milhões de euros (R$ 238 milhões). Ele destacou que os traficantes não têm conhecimento do ambiente marinho, o que dificulta a recuperação de pacotes de cocaína lançados ao mar.
Teillet alertou que aqueles que participam do tráfico de drogas no ambiente marinho enfrentarão as mesmas consequências legais que os traficantes. A operação resultou na prisão simultânea dos pescadores e de dois parceiros, além da tripulação da lancha onde a cocaína foi encontrada.
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