Douglas Fernando Lúcio da Silva, conhecido como Doguinha, foi preso nesta sexta-feira como o principal suspeito do ataque ao helicóptero da Core em março, que deixou um policial ferido. Ele tem 33 anos e é considerado o braço direito de um chefe do tráfico na Zona Oeste do Rio. O ataque ocorreu durante uma operação na Vila Aliança, onde o copiloto do helicóptero, Felipe Marques Monteiro, foi baleado na cabeça e está internado. Doguinha foi encontrado em sua casa no bairro de Santíssimo e não resistiu à prisão. Ele já tinha um mandado de prisão por tráfico de drogas desde 2020. Durante a operação, seis outros suspeitos foram detidos, e as investigações mostraram que o grupo estava envolvido no roubo e desmanche de vans, causando um prejuízo de R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico. A polícia continua buscando mais envolvidos na quadrilha.
Policiais civis da 17ª DP (São Cristóvão), da 33ª DP (Realengo) e da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter) prenderam, nesta sexta-feira, Douglas Fernando Lúcio da Silva, conhecido como Doguinha, suspeito de ser o principal responsável pelo ataque ao helicóptero da Core em março. O ataque ocorreu durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, e resultou em um policial baleado.
Doguinha, de 33 anos, é apontado como o braço direito de José Rodrigo Gonçalves Silva, o Sabão, chefe do tráfico em diversas comunidades da Zona Oeste. O copiloto do helicóptero, Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, foi atingido na cabeça e permanece internado após cirurgia. O ataque ocorreu enquanto a aeronave sobrevoava a Vila Aliança, em uma operação contra uma quadrilha especializada em roubo de vans.
O suspeito foi encontrado em sua residência, no bairro de Santíssimo, e não resistiu à prisão. Ele já tinha um mandado de prisão por tráfico de drogas desde 2020. As investigações indicam que ele estava entre os atiradores que atingiram o policial. A operação visava desmantelar um grupo criminoso que, segundo a Polícia Civil, causou um prejuízo de R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico em 2024.
Seis suspeitos foram detidos durante a operação, que revelou que o grupo desmanchava os veículos roubados e vendia as peças. A ação da polícia continua em busca de mais envolvidos na quadrilha.
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